30 de janeiro de 2015

Don't ask

Hoje sonhei que me casava com a pipoca mais doce... Tipo, ya.


25 de janeiro de 2015

Mãozinhas de ouro

Precisávamos de uns candeeiros de mesa de cabeceira. Lembro-me que tenho uns antigos a petróleo, entretanto electificados, sem estarem a uso em casa do meu pai. Chego lá, cá está um, tão giro, até já tem casquilho, falta é o fio, deixa cá ver onde está o buraco, vira para o lado e pumbas, cai o globo de vidro e parte-se em mil bocadinhos. Assim, sem mais nem menos, num segundo, dei cabo de uma cena com aí uns cem anos ou mais. Agora lá terei de arranjar abat-jour para aquilo. Depois de me chicotear mil vezes.

24 de janeiro de 2015

Isto é tão bom


 The decision to cause a full-blown, multi-state pandemic of a virus that was effectively eliminated from the national population generations ago is my choice alone, and regardless of your personal convictions, that right should never be taken away from a child’s parent. Never.

Say what you will about me, but I’ve read the information out there and weighed every option, so I am confident in my choice to revive a debilitating illness that was long ago declared dead and let it spread like wildfire from school to school, town to town, and state to state, until it reaches every corner of the country. Leaving such a momentous decision to someone you haven’t even met and who doesn’t care about your child personally—now that’s absurd! Maybe I choose to bring back the mumps. Or maybe it’s diphtheria. Or maybe it’s some other potentially fatal disease that can easily pass among those too young or too medically unfit to be vaccinated themselves. But whichever highly communicable and formerly wiped-out disease that I opt to resurrect with a vengeance, it is a highly personal decision that only I and my family have the liberty to make."

no The Onion, claro

Modernices & evolução

Antigamente, para se atestar a existência de neandertais no nosso meio, era preciso consultar os comentários deixados online em certos artigos mais polémicos de jornais de grande tiragem a nível nacional. Agora, basta ir à caixa de comentários da Pipoca Mais Doce. Qualquer uma.

23 de janeiro de 2015

Keeping score

A minha perícia e sucesso a acender o lume pode ser medida em número de acendalhas. Pelo menos duas é um dia bom. A primeira serve sempre para confirmar que de facto as primeiras acendalhas ardem  sozinhas até ao fim.

13 de janeiro de 2015

Excerto

When I was writing the movie Mean Girls [...] I went to a workshop taught by Rosaling Wiseman as part of my research. [...] She did this particular exercise [...] with about two hundred grown women, asking them to write down the moment they first "knew they were a woman". Meaning, "When did you first feel like a grown woman and not a girl?" [...] The group of women was racially and economically diverse, but the answers had a very similar theme.

Almost everyone first realized they were becoming a grown woman when some dude did something nasty to them. "I was walking home from ballet and a guy in a car yelled, 'Lick me!' " "I was babysitting my younger cousins when a guy drove by and yelled, 'Nice ass.' " There were pretty much zero examples like " I first knew I was a woman when my mother and father took me out to dinner to celebrate my success on the debate team." It was mostly men yelling shit from cars. Are they a patrol sent out to let girls know they've crossed into puberty? If so, it's working.

Tina Fey, in Bossypants

8 de janeiro de 2015

7 de janeiro de 2015

A noite*

A hora de dormir foi sempre, ou desde que me lembro, o momento em que, invariavelmente, reflicto sobre os acontecimentos e questões que me coloco no dia a dia, desde as mais absurdas às mais concretas, das mais profundas às mais triviais… Um emaranhado de ideias e pensamentos que me vêm à mente nesse preciso instante em que apago a luz e me proponho a dormir.

Penso no dia que passou, nos acontecimentos que o marcaram, ou mesmo naqueles que, de tão banais, não mereceram sequer especial atenção à luz do sol. Mas, no escuro, aparecem-me tão nítidos, associados a porquês sobre causas e efeitos, razões obscuras e incompreensíveis que procuro descortinar naquele silêncio apaziguador que só a noite proporciona.

É esse impasse de espera, enquanto o sono não chega, o eventual responsável pelo encontro diário com minha verdadeira personalidade e os meus ideais, a origem dos meus sonhos, o catalisador da grande parte das minhas resoluções, o causador de dúvidas e questões existênciais, o tempo de recolha a mim mesma, ao meu ser e minhas convicções, onde, mentalmente, traço os planos da minha vida e daquilo que há de vir.

Se, por vezes, lamento não ter sido abençoada com sono fácil, aquele se diz merecerem os justos, a verdade é que esse tempo, de voltas e voltas na cama, é, sem dúvida, um dos mais importantes na construção do que sou. Não imagino a minha vida sem estes instantes de solidão, de isolamento do mundo e dos outros, em que existo apenas eu e os meus pensamentos.

Revejo o dia, a semana, o ano, toda a vida. Penso nos amigos, família, conhecidos, ou mesmo desconhecidos, pessoas que nunca conheci e que nunca irão cruzar o meu caminho. E ponho-me as questões que servem de partida às minhas reflexões inconsequentes, perguntas sem resposta que me disponho a tentar adivinhar.


*repost do primeiro post que publiquei neste blog, a 7 de Janeiro de 2005

Sem palavras


Não sei bem o que fazer disto

Bem, parece que passaram 10 anos desde que criei este blog.

2 de janeiro de 2015

Peixeirada?


Lamento, mas prefiro in loco, que sempre cheira a maresia.

Bom fim de semana!

Já vi o Gone Girl

Ao pé do livro, o filme é para meninos.


*não percebo a razão de se mudar partes do argumento quando resultam tão bem no livro e ficam apenas mild no filme.
**também não percebi porque lhe foderam cortaram o final

30 de dezembro de 2014

Não sou lá grande coisa em balanços

Mas assim de repente, posso dizer que 2014 foi o ano em que, finalmente, aprendi a pôr lenha a arder.

29 de dezembro de 2014