30 de junho de 2010

Os nossos amigos conhecem-nos tão bem

- posso perguntar uma coisa muito estúpida?
- os nossos estão a jogar de branco...

A tentar não cair

Daria Werbowy

29 de junho de 2010

28 de junho de 2010

Não sei se ria se chore*

Depois de duas semanas a tentar inutilmente reproduzir um protocolo, depois de se ter pensado em tudo e mais alguma coisa, depois de ter tentado todas as variáveis possíveis, claro que tinha de ser a coisa mais óbvia do mundo. Neste caso, o pH.

*procura-se solidariedade entre amigos cientistas.

Delft, pela Maggie

25 de junho de 2010

Coisas que fazem ratos de laboratório terem orgasmos mentais


Infelizmente, o protocolo que tenho tentado reproduzir desde há duas semanas e que já refiz umas 400 vezes, só resultou uma delas, sendo essa a que gerou os resultados da direita.

24 de junho de 2010

A mim também

Sobre este post da Kitty Fane

Quando tinha 17 anos, e ainda o corpo do ballet, saí uma vez à noite envergando uma super mini-saia, salto alto, e maquilhagem. Nunca fui tão assediada na minha vida. Eu, a miúda dos óculos e das roupas largas ignorada no liceu, de repente tinha a atenção de trintões a quem tinha de dizer que tinha só 17 anos para que me largassem. Percebi, naquela noite, o que era ser tratada como um naco de carne, e decidi que não era isso que queria para mim. E essa noite mudou a minha postura para a vida. Eu sei, não é justo, mas é a realidade, e como dizia a minha mãe: quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele.

Relatividades

mapa mundo chinês (descubra as diferenças)

Por vezes andamos tão centrados no nosso umbigo que nos esquecemos que nem todos vêem o mundo da mesma maneira. Literalmente.

Facto


Drauzio Varela, via Margarida, no Sem Filtro
wulffmorgenthaler.com

Pronto, já fiz merda


Me and my big mouth...

(but you cant resist the kitsch kitty, not you)

21 de junho de 2010

Das constâncias da vida

Hoje, no facebook, encontrei por acaso uma ex-colega que não vejo há mais de 15 anos. Confirmei, aliviada, que continua feia.

(às vezes é bom saber que certas coisas não mudam. conforta-nos.)

Defeito profissional

Quando afirmo uma coisa, gosto de saber explicar porquê.

(exercício que duvido que alguma vez estas cabecinhas geniais tenham tentado fazer antes de emitir estas ainda mais geniais opiniões)

A sério, às vezes pergunto-me:

Mas esta gente droga-se?

A sério, eu juro que vi isto escrito #2

E o segundo prémio Nobel da estupidez vai para:

"Se tivesse vivido na época do nazismo, teria gostado que o Hitler morresse."


(a propósito de Saramago, que, lembro, era escritor.)

20 de junho de 2010

A sério, eu juro que vi isto escrito

E o prémio Nobel da estupidez vai para:

"Mas, desculpa lá: só porque ele venceu o prémio Nobel já não pode ser censurado?"


"A ignorância tem alguma inconveniência. Quando se junta à estupidez, não há remédio."
José Saramago

*censura no contexto de ver os seus livros censurados, sim, era mesmo isso

"Saramago e os parolos"

De vez em quando, vem à tona um velho argumento que podemos sintetizar da seguinte forma: como houve muitos escritores do cânone que, cumprindo os critérios de elegibilidade, não ganharam o prémio Nobel, não devemos dar grande importância a esta distinção. Este argumento é irmão de um outro, também velhinho, a saber: como houve muitos escritores premiados com o prémio Nobel que o tempo castigou, tirando-os do cânone, não devemos dar grande importância a esta distinção. Quando combinados, os dois argumentos aparentemente transformam o Nobel numa distinção de escola secundária atribuída a um bom aluno que anos depois viria a falhar a entrada na universidade. Em resumo, algumas pessoas julgam-se na posse de um segredo que resolvem partilhar: o de que o prémio Nobel não é necessário nem suficiente para definir um grande escritor. Só quando recuperamos desta desconcertante novidade damos conta de que não fomos expostos a uma lapalissada, que é apenas uma manifestação de desleixo cognitivo, mas sim a um raciocínio próprio de parolos, embora me custe ofender publicamente todos os parolos do mundo que jamais emitiram um pensamento sobre o prémio Nobel.

Vasco Barreto, no Aparelho de Estado

19 de junho de 2010

"Somos contadores de histórias"

Ontem ouvi com prazer Salman Rushdie falar de liberdade, e de livros, durante uma hora.

Contou que aquando da polémica com "Os versículos satânicos", a certa altura viu uma entrevista com um dos activistas que andavam a queimar os seus livros em Bradford, onde lhe era perguntado se tinha lido o livro. Respondeu que não, mas que não precisava de andar num esgoto para saber que cheira mal. O jornalista continuou então, perguntando se já tinha lido alguma coisa do autor, que já tinha escrito mais livros, artigos de jornal, etc. E o entrevistado, encolhendo os ombros, respondeu "books are not my thing".

E perante algumas enormidades que tenho lido por aí sobre Saramago, penso em Rushdie, e neste encolher de ombros. Contra a ignorância, não há nada a fazer.

Somos, enquanto espécie, contadores de histórias, e Saramago fazia-o de forma magistral. Mas para o saber é preciso tê-lo lido.


José Saramago (16 de Novembro de 1922 – 18 de Junho de 2010)

A melhor homenagem é continuar a lê-lo.

18 de junho de 2010

Já agora

ambição

s. f.
1. Desejo veemente (do que dá superioridade).
2. Cobiça.


Ah, a cobiça, coisa mailinda. Mais ainda que o altruísmo, essa coisa do demo, blhac.

Pronto, pessoas:

A senhora do filme, mãe de Anne Boleyn, que viu dois dos seus filhinhos com a sua cabecita decapitada por, enfim, digamos, terem um bocadinho de ambiçãozinha, que é a coisa mais maravilhosa e linda de todo o mundo, logo a seguir às florinhas e passarinhos, e bebés rosados e sorridentes, queria dizer ambição desmedida, está bem?

Porra, que nem uma puta duma citação passa.

17 de junho de 2010

Já me perguntei o mesmo

"When did people stop thinking of ambition as a sin and start thinking of it as a virtue?"

em "The other Boleyn girl"

Coisas que deixam um rato de laboratório à beira de um ataque de nervos

Tentar reproduzir um protocolo não sei quantas vezes e não resultar. Refazer as soluções e os tampões todos e continuar a não resultar. Ir chatear o colega mais experiente que criou o protocolo para ajudar, e não resultar. Fazer o colega mais experiente repetir ele mesmo o protocolo que criou e com o qual se fartou de publicar, utilizando as suas soluções e reagentes, e mesmo assim não resultar.

Isto é ciência caraças, é suposto ser reprodutível.

Por falar em coisas más

Alguma coisa sabe pior do que o queijo da vaca que ri?

My eyes, my eyes!


Katy Perry é capaz de ser a coisa mais pirosa e de mau gosto que apareceu nos últimos tempos, conseguindo deixar-me horrorizada a cada fotografia. É que não escapa uma, é mesmo do pior que há. Sim, mais ainda que Lady Gaga, que é extravagante e excêntrica, outrageous, ao ponto de entrar com distinção na categoria "é tão mau que é bom". Katy Perry é apenas bimba. Pelo que se fica só pelo mau.

Ainda os sapatos

Começo por explicar que falo de sapatos mesmo, não de socas, nem mesmo das sandálias com meias tão típicas aqui. Falo de sapatos. Sapatos de homem.

Ora, regra geral, é bom sinal que eu não repare no que um homem tem calçado. No entanto, isso torna-se um bocadinho difícil quando o que o homem tem calçado são umas botas bicudas com salto e em imitação de pele de cobra. True story, hoje à entrada do laboratório.

16 de junho de 2010

Coisas inexplicáveis

Os sapatos dos holandeses.

Quem é amiga, quem é?


How to Silence Vuvuzela Horns in World Cup Broadcasts

via Bart

É oficial:

Sou a blogger mais ignorada de sempre por todas as marcas que usam os blogues para publicidade. É que nem um contacto, uma ofertazinha, uma parceria para amostra. Rien de rien.

Sou uma espécie de fenómeno de popularidade ao contrário.


(eu bem que devia ter desconfiado de que o samsung diva era um sinal de algo maior)

*quanto tempo até haver uns posts com alto défice de compreensão de ironia a falar de uma blogger muito invejosa e com a mania que se anda a chorar por não receber jeans da salsa tal como aconteceu aquando das montagens com o samsung diva?

15 de junho de 2010

As vicissitudes de ser portuguesa

Três quilos de bacalhau no frigorífico. Cada vez que o abro sustenho a respiração. E mesmo assim já não há nada que não cheire.


Cyber-bullying

Amigo americano. Status no gmail: Portugal makes me so mad, I hope they go down in flames.

  • me: what? what what what?
  • amigo americano: ahahahahah I love you ana!
  • me: what about your lovely friends from Portugal?

(conversa sobre a vida em geral)

  • me: I have to go now. and change that status of yours!
  • amigo americano changed his status to "Cristiano Ronaldo makes me so mad, I hope he goes down in flames"

And that's how you do it.

Ai que passei um milhão de visitas

Camilla Belle

e quase nem reparava!

Palminhas palminhas!

Do que eu gosto mais no mundial

é do pretexto para beber umas jolas.

Best beauty post ever

Não fosse a Pólo Norte ter esgotado o filão com este post, na minha opinião de forma insuperável, e quase me arriscava a fazer um post intitulado "manicure à la Luna".

p.s. e mesmo assim continuo a ter mãos mais bonitas que 90% das pessoas que conheço. sem verniz nem nada. muahahaha



Sugestão da Elite.

Quanto tempo

até alguém me perguntar qual é o problema de ter como filme favorito o "diário de uma paixão"?

(depois deste post, muito mais)

É só para dizer que a próxima sugestão é capaz de ainda demorar

Que eu ainda estou a ler o Tigre Branco.

As sugestões da Luna #1



Não recomendados a pessoas cujo filme preferido seja "O diário de uma paixão" (The notebook).

E se eu fizesse uma rubrica "As sugestões da Luna"

Que passasse por falar desde livros que li, filmes que vi, ou quando a falta de tempo aperta, aos papers mesmo? É que tenho de arranjar alguma coisa para competir com as carteiras, os sapatos, os outfits diários, as receitas de cupcakes, os produtos de beleza da Clinique, a maquilhagem da Benefit, as calças da salsa, e todos esses novos nichos que fazem um blogue de sucesso.

(por exemplo, hoje visto umas calças Levi's compradas em SF há 2 anos, cortadas em baixo porque não me apeteceu fazer bainha, uns chuck taylor pretos (esta foi só para chatear, googlem!), uma t-shirt da pull&bear, um cardigan da h&m, e uma carteira h&m também. a roupa interior é da oysho, creio, que agora não vou abrir as calças aqui no office para conferir. nas fuças uso o 3-step da clinique, complementado pelo youth surge e all about eyes, um nadica de erase paste para tapar as olheiras e um toque de coralista para dar cor às bochechas, ambos da benefit, e o rimel amarelo da maybeline, que hoje não saí de casa à pressa.)

Folgo em saber

A julgar pela quantidade de Vuittons, Louboutins, e outros bens que custam mais de dois salários mínimos, que pululam por mãos (e pés) blogosféricos, concluo que nestes últimos três anos Portugal se terá tornado um país rico. Ao contrário de mim, que sou emigrante pobrezinha, e continuo a não comprar carteiras por mais de 30€ e a preferir pagar a renda da casa.

14 de junho de 2010

Está tudo bem, obrigada

Uma pessoa já não pode ter vida fora do blog, credo.

(eu não agendo posts. se não estou, não estou.)

10 de junho de 2010

Era mesmo eu

presentinho da menina limão

(vídeo aqui)

Apenas um pequeno reparo (a quem de interesse)

É muito diferente cometer um descuido e pontualmente esquecer-se de pôr aspas numa citação, do que "esquecer-se" de o fazer em mais de 50 e dizer "fui eu que escrevi", ou "estava muito inspirada neste dia", ou ainda "hei-de mandar-te as obras completas", e muito menos "talvez se arranjasse uns sponsors aqui no facebook pudesse editar em livro". E essa é a grande diferença entre um deslize sem importância, e um plágio metódico e intencional.

Foi sem querer? Não, não foi.

Só para que fique bem claro.

(cá por coisas...)


Modo purga

Aviso aos leitores: se for possível, e de preferência, nos próximos dias o blog andará essencialmente chato.

Por falar em excitex

Foi só um beijo, for god's sake. Sem língua.

(às vezes fico a pensar que os homens são mesmo tolinhos. pelo menos nestas coisas.)

Parafraseando a Sandra Bullock*

"Now let's go back to normal"

*nunca pensei dizer isto
** se não perceberem, não se preocupem, é uma questão de tempo, que vai ser o excitex nos blogues masculinos nos próximos tempos

9 de junho de 2010

O estrangeiro


no Tempo Contado, de José Rentes de Carvalho

Caso terminado

Desde que todo este filme começou, que a única coisa que pretendia era um pedido de desculpa, e retractação pública, reconhecendo que o que fez foi errado.

Esse pedido de desculpa chegou, pelo que darei o caso por encerrado, e apagarei os posts com a exposição do acontecido, uma vez que surtiram o efeito pretendido.

A todos os que me apoiaram nesta cruzada, muito obrigada.

Espero que não tenha sido em vão, e que não volte a acontecer, nem a mim, nem a mais ninguém.

Como proteger o vosso blog

Para registarem a propriedade intelectual do blog têm de ir ao site do IGAC (http://www.igac.pt/) e fazer um registo. Em seguida eles hão-de mandar um user name e password, e pode-se fazer login no site.

Depois, ao entrarem na vossa área, têm várias opções, e têm de criar um novo processo, preenchendo o formulário 71.

Pode mandar-se um documento em pdf até 4 mb como prova. Para isso, o mais fácil é fazer uns quantos copy's directos do blog para um documento word (de preferência do início, para ser datado) e transformá-lo depois em pdf (máximo 4 mb).

Depois de tudo preenchido, e o documento carregado, tudoonline, envia-se o processo. Passado uns minutos recebe-se um mail a dizer como efectuar o pagamento de 25,30€. Tudo isto num espaço de 2 horas, mais ou menos

Assim o blog fica registado como propriedade intelectual.

Uma explicação mais detalhada aqui: http://www.zurrapa.net/zurrapa/node/27

Estarei do lado errado da força?

Epá, eu dava uma vilã muita boa.

8 de junho de 2010

E vocês até sabem que eu era capaz

Não fosse estar tão cansada e ter mesmo de dormir esta noite, e ficava aqui a fazer "supônhamos" até de madrugada.

Welcome to the twilight zone

Outra explicação plausível: eu sou da CIA e tudo isto faz parte de uma conspiração internacional a nível planetário, com a colaboração dos maiores hackers do mundo, e mesmo alguns cientistas da NASA, para lhe fazer a cama no facebook, por ser uma pessoa com demasiado poder e conhecimentos, que é preciso silenciar porque sabe de mais.

Se uma para uma coisa isto serviu

Foi para mostrar que as pessoas ainda têm capacidade de se indignar, mesmo não sendo com elas. Mas também porque poderia ter sido.

(e isto é para todos os bloggers que por aqui andam: tenham cuidado. e de preferência, registem os vossos blogues no IGAC. e quem quiser saber como se faz, e-mail me)

Rings a bell?


(uma referência cinematográfica fica sempre bem)

Quanto mais esperneia, mais se enterra

E pensar que isto podia ter-se resolvido tão facilmente

Teria bastado um e-mail com um pedido de desculpas, e retractação no seu facebook. E, obviamente, parar com a brincadeira.

And now for something completely different

Tenho muita pena que o Bad girls go everywhere não permita comentários. Aquilo havia de ser o deboche. Muito bom.

Bora lá postar uma bicicletazinha para desanuviar?

7 de junho de 2010

O pessoal de direito é que deve saber que nome dar a isto

É que nem sequer foi uma coisa de ocasião fazer o ladrão, de ver e copiar, de forma irreflectida. Não. Foi um roubo com método, repetido, propositado, intencional. Nem tudo estava ali à mão de semear na página de entrada. Aquilo deu trabalho, foi feito com empenho. Houve busca nos arquivos, pegando em posts datados de 2005, 2006, possivelmente pensando que desses ninguém se iria lembrar. Nada disto foi sem querer, nada disto foi inconsequente.

Plágio

Comecei por quase ter pena, acabei horrorizada. É como se me roubassem a vida, a alma, aos poucos. É a apropriação indevida de pedacinhos de mim, que embora individualmente não tenham muita importância, no seu todo fazem também o que sou. A minha história em fragmentos, colados com cuspo e sem jeito por uma ladra sem escrúpulos. Um blog é um diário que se deixa espreitar, mas nem assim menos privado, e a sua devassa é uma violação de privacidade que não se pode desculpar. Por isso, àqueles que possam considerar a reacção algo exagerada, não foi. Foi até muito comedida.

4 de junho de 2010

E querem vocês que eu não tenha a mania?

Com tanta senhora verdadeiramente esperta para plagiar, daquelas que escreveram livros e tudo, tanta citação boa para copiar, de uma Simone de Beauvoir, de uma Virginia Woolf, tudo à distância de um click no citador, e o mais que estas almas podem almejar é ser eu.

Estarei a perder qualidades?

Não fui alvo do interesse da Isilda.

WTF?

Aos adolescentes que completarem o 8.o ano com sucesso exige-se que transitem para o 9.o ano e aos alunos que não obtiveram aproveitamento curricular ao longo do ano lectivo abre-se a possibilidade de, após fazerem as provas nacionais e de equivalência de frequência, saltarem uma etapa e passarem à frente dos outros colegas. "Isso significa que os que trabalharam pior são mais beneficiados dos que os que se esforçaram na avaliação contínua", critica Armandina Soares. Em teoria, defende a directora do agrupamento de Vialonga, será "uma improbabilidade quase absoluta" um aluno do 8.o ano sem aproveitamento durante as aulas conseguir realizar com sucesso as provas que exigem o domínio dos programas curriculares do 9.o ano de escolaridade: "Mas só o facto de se permitir aos que estão em pior condições passarem à frente de outros que trabalharam ao longo do ano é algo que não consigo perceber", desabafa a professora, membro do Conselho Nacional de Educação.

no i, via Andorinha

Já tinham reparado

que a Emily Brontë faz lembrar a Scarlett Johansson?

3 de junho de 2010

E as irmãs Brontë?

Anne, Emily e Charlotte

Então e a família Bernoulli?

The Bernoullis were a family of traders and scholars from Basel, Switzerland. The founder of the family, Leon Bernoulli, immigrated to Basel from Antwerp in Flanders in the 16th century, fleeing Spanish oppression.

The Bernoulli family has produced many notable artists and scientists, in particular a number of famous mathematicians in the 18th century:

Devices and ideas named for members of the family



daqui

Idem

Usain Bolt

Tirem as próprias conclusões

Com oportunidades

Rossy de Palma

E bom ângulo (para não se notar o nariz e boca tortos). Melhora, mas não faz milagres.

Falta de oportunidades

Rossy de Palma

Ou a fava genética?
in

Então e a beleza?

Natalie Portman

Também é distribuída igualmente entre todos os seres humanos, ou há, de facto, alguns a quem sai a lotaria genética, e outros que ficam com a fava?

(as oportunidades estão para a inteligência como os makeover estão para a beleza: ajudam muito, mas não fazem milagres)

2 de junho de 2010

Do ponto de vista de quem estuda estas coisas:


Intelligence has historically been conceptualized as a more or less fixed trait. Whereas a minority of investigators believe either that it is highly heritable or that it is minimally heritable, most take an intermediate position.

Among the most fruitful methods that have been used to assess the heritability of intelligence is the study of identical twins who were separated at an early age and reared apart. If the twins were raised in separate environments, and if it is assumed that when twins are separated they are randomly distributed across environments (often a dubious assumption), then the twins would have in common all of their genes but none of their environment, except for chance environmental overlap. As a result, the correlation between their performance on intelligence tests could identify any possible link between test scores and heredity. Another method compares the relationship between intelligence-test scores of identical twins and those of fraternal twins. Because these results are computed on the basis of intelligence-test scores, however, they represent only those aspects of intelligence that are measured by the tests.

Studies of twins do in fact provide strong evidence for the heritability of intelligence; the scores of identical twins reared apart are highly correlated. In addition, adopted children’s scores are highly correlated with their birth parents and not with their adoptive parents. Also significant are findings that heritability can differ between ethnic and racial groups, as well as across time within a single group; that is, the extent to which genes versus environment matter in IQ depends on many factors, including socioeconomic class. Moreover, the psychologist Robert Plomin and others have found that evidence of the heritability of intelligence increases with age; this suggests that, as a person grows older, genetic factors become a more important determinant of intelligence, while environmental factors become less important.


Whatever the heritability factor of IQ may be, it is a separate issue whether intelligence can be increased. Evidence that it can was provided by the American-born New Zealand political scientist James Flynn, who showed that intelligence test scores around the world rose steadily in the late 20th century. The reasons for the increase are not fully understood, however, and the phenomenon thus requires additional careful investigation. Among many possible causes of the increase, for example, are environmental changes such as the addition of vitamin C to prenatal and postnatal diet and, more generally, the improved nutrition of mothers and infants as compared with earlier in the century. In their book The Bell Curve (1994), Richard Herrnstein and Charles Murray argued that IQ is important for life success and that differences between racial groups in life success can be attributed in part to differences in IQ. They speculated that these differences might be genetic. As noted above, such claims remain speculative (see race: The scientific debate over “race”).

Despite the general increase in scores, average IQs continue to vary both across countries and across different socioeconomic groups. For example, many researchers have found a positive correlation between socioeconomic status and IQ, although they disagree about the reasons for the relationship. Most investigators also agree that differences in educational opportunities play an important role, though some believe that the main basis of the difference is hereditary. There is no broad agreement about why such differences exist. Most important, it should be noted that these differences are based on IQ alone and not on intelligence as it is more broadly defined. Even less is known about group differences in intelligence as it is broadly defined than is known about differences in IQ. Nevertheless, theories of inherited differences in IQ between racial groups have been found to be without basis. There is more variability within groups than between groups.

Finally, no matter how heritable intelligence may be, some aspects of it are still malleable. With intervention, even a highly heritable trait can be modified. A program of training in intellectual skills can increase some aspects of a person’s intelligence; however, no training program—no environmental condition of any sort—can make a genius of a person with low measured intelligence. But some gains are possible, and programs have been developed for increasing intellectual skills. Intelligence, in the view of many authorities, is not a foregone conclusion the day a person is born. A main trend for psychologists in the intelligence field has been to combine testing and training functions to help people make the most of their intelligence.

Estou cansada

De escrever alhos e me responderem bugalhos.

Aos homens, em geral, e aos holandeses, em particular

Quando ao cruzarmo-nos numa porta, e percebendo que fazem tenções de passar primeiro, me desvio e a seguro para vos deixar passar à vontade, o facto de me dizerem obrigado não faz com que passe a achar que são bem educados.

Olha que giro, este vídeozinho só tem mais de um milhão e meio de hits*



*o que dava quase para 14% da população portuguesa, coisa estranha, tanta gente a ver e a rir do ridículo dos outros, quando todinhos no seu coração sentem que somos todos espertos por igual, e gostavam imenso de que qualquer uma destas pessoas fosse o seu neurocirurgião, inventasse os medicamentos que dão aos seus filhos ou projectasse as pontes onde passam todos os dias de carro.

Acho graça, pronto

De certeza que toda a gente conhece pessoas que considera burras que nem uma porta, tiveram colegas que eram perfeitas nulidades, ou amigos a quem tratam com alguma condescendência por saberem que não dá para mais, agora dizer isso em voz alta é que não, cruz credo, ai ai, que coisa horrível, que nós em público só pensamos e dizemos coisas boazinhas e que não ofendam ninguém. Santa hipocrisia.

(aposto que se fartaram de fazer forwards e riram imenso daqueles vídeos da loira americana no concurso dos putos, e daqueles vídeos a provar que os americanos são estúpidos, tal como nas as audições para os programas de talento)

E pela segunda vez, confirmo:



Gogol Bordello dão um concerto do caraças.

1 de junho de 2010

Esta gente está toda louca

Com apenas dois anos, o pequeno Ardi já é uma má influência para os amiguinhos e um descanso para aqueles pais que achavam que as suas crias eram uma peste. Com pinta de camionista, é vê-lo a puxar do seu cigarro com estilo e lançar arcos de fumo no ar como se tivesse nascido para o ofício. Só lhe falta a cerveja na outra mão. Com este ar de estrela e o mau comportamento de diva, Ardi bem podia ser o herdeiro Lucky Strike saído da barriga da Amy Winehouse. Não é o caso. Segundo o The Sun, a mãe Diana está consumida de preocupação porque o filho fuma cerca de 40 cigarros por dia e faz birra se lhe tiram o seu bálsamo: "He's totally addicted. If he doesn't get cigarettes, he gets angry and screams and batters his head against the wall. He tells me he feels dizzy and sick." Por seu lado, o pai Mohammed, 30, está orgulhoso de ter introduzido o seu filho à arte de lixar os pulmões quando este tinha apenas 18 meses: "He looks pretty healthy to me. I don't see the problem". O puto é manhoso e fuma apenas uma marca de tabaco e o seu hábito custa aos pais cerca de 3 euros por dia.

pela Vera, no seu "De olho no dragão, em directo de Beijing"

(Aposto que o paizinho do pequeno Ardi Rizal é um portento de inteligência, mas coitadinho, não teve oportunidades. E que a probabilidade de pensar tal qual assim se em vez de ser pescador fosse físico atómico é igualzinha, igualzinha.)

Rocket science


É previsível, sempre que escrevo alguma coisa sobre capacidades intelectuais ou grau de educação, atrevendo-me a sugerir que nem toda a gente terá as mesmas capacidades, há sempre algum defensor do politicamente correcto que me cai em cima, acusando-me de snobismo intelectual, e vindo com o discurso da falta de oportunidades. Deixem-se de merdas, e de tapar o sol com a peneira, que sabemos bem que tal não é totalmente verdade. Há pessoas realmente mais capacitadas que outras, independentemente das oportunidades que têm de desenvolver essas capacidades. Se as oportunidades ajudam? Claro que ajudam, poderão até ser o factor mais importante, mas não são o único, e se a capacidade não estiver lá, não valem de nada. E se acredito que a inteligência é distribuída uniformemente, independentemente de raça, nacionalidade, ou camada social, não creio que seja distribuída igualmente entre todos os indivíduos.
E embora nada obste a que alguém altamente dotado escolha uma profissão de pouca exigência intelectual, o contrário não se pode verificar. Se por um lado poderão existir camponeses ou carpinteiros inteligentíssimos, dificilmente um perfeito idiota poderá ser físico teórico e estudar teoria das cordas. Porque os requisitos mínimos de exigência são mais altos. E quer se queira quer não, em termos estatísticos, isto contribui para que, escolhendo aleatoriamente, a probabilidade de um físico teórico ser mais inteligente do que um camponês, seja bastante elevada. E mesmo o maior defensor do politicamente correcto dificilmente me poderá dizer, com honestidade, que verdadeiramente acredita que o atolambadozinho do "ainda há pastores", cujos pontos altos da vida oscilavam entre a nova cassete do Quim Barreiros e a visita pontual ao bar de alterne, poderia ter sido neurocirurgião. Porque não é verdade.