4 de fevereiro de 2011

Over and over again

Saberá quem me leia há já algum tempo que tenho uma embirraçãozinha com a Scarlett Johansson, por vários motivos que não vou agora enumerar, mas que vão desde o exagerado hype, a uma certa vulgaridade que encontro na sujeita - perdoem-me os fãs incondicionais das suas musas, perdão, da musa. 
Acontece que no outro dia calhou estar a dar um filme com ela na televisão, e foi aí que tive uma revelação - ia dizer epifania, mas depois lembrei-me de que está para este ano como iconoclasta estava para o início da blogosfera, e o que é demais enjoa. Mas como ia dizendo, de repente, bateu-me: a mulher representa sempre o mesmo papel. Ora vejamos: no Lost in Translation é casada com um tipo por quem não está apaixonada, tem um curso qualquer que não exerce, e anda para ali sem fazer nada, a roçar o cu pelas paredes, a suspirar de tédio, até se envolver com um homem casado (triângulo amoroso #1), com quem não fica, acabando na mesma, a tentar descobrir-se a si própria. No Vicky Cristina Barcelona vai viajar com uma amiga, tem um curso de cinema, ou lá o que é, mas não exerce, porque ainda não descobriu a sua verdadeira paixão, mete-se com um homem casado, e com a mulher dele (triângulo amoroso #2), depois decide que afinal não quer, mas também não sabe o que quer, fica na mesma, e vai viajar para se descobrir a si própria. No péssimo He's not that into you faz de aspirante a cantora, dá aulas de yoga para pagar as contas, tem um pseudo-namorado de quem não gosta, envolve-se com um homem casado (triângulo amoroso #3), anda para ali sem saber muito bem o que quer, não fica com nenhum, e vai para a Índia para tentar descobrir-se a si própria. E finalmente no Match Point tem um namorado, é aspirante a actriz mas não exerce, anda para ali sem fazer nada, até se envolver com o cunhado do namorado, que é um homem casado (triângulo amoroso #4), que não quer ficar com ela, e só não acaba sozinha a tentar descobrir-se a si própria porque graças a deus leva um tiro nos cornos.

86 comentários:

  1. É a consagração do esterotipo da mamalhuda loira sexy.

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  2. Adorei a conclusão.
    It made my day! :)))

    (é que também não posso embirar mais com ela e com a manifesta impossibilidade que parece ter de manter a boca fechada)

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  3. (folgo em saber que a Teresa também embirra com boquinhas. mas nesse particular temos um empate Scarlett- Keyra)

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  4. olha que essa de estar sempre de boca aberta eu já disse primeiro. parece que está sempre com um ataque de sinusite.
    (não sei onde, mas anda aí nos arquivos)

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  5. nãoooooooooo, a segunda pindárica a seguir à scarlett e que também não consegue fechar a boca é a Megan Fox. Consegue ser ainda pior.

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  6. LOLOL simplesmente Genial,nunca me tinha apercebido.

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  7. E fumar? Tenho sempre a sensação que ela fuma nos filmes todos e que tem ar de gata com cio. Consegue ser pior que a Angelina Jolie que é outra que não muda de expressão e é sempre a mercenária boa como o milho ou coisa que o valha. E também tem a boca caricata.

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  8. É como a horrenda Penelope Cruz. Só sabe fazer de histérica. Ou a coitada da italiana boazuda, como se chama? A que só faz papéis de prostituta...

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  9. Alto e pára o baile: não ponhamos a Penélope no mesmo patamar. Gosto dela, é uma excelente actriz, e já mostrou o que vale, especialmente fora de Hollywood - nos filmes de Almodóvar, por exemplo, é brilhante.

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  10. Adorei o final do post! É que se ninguém lhe desse, dava eu, de tal modo fiquei "irritada" com o post todo!! LOOOLL ;)

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  11. Finalmente fez-se luz!
    Pensei que era só eu que embirrava com a gaja!
    Na minha terra diz-se que la tem boca de .... É melhor não dizer senão sou quiemada em praça pública!

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  12. Passei o post todo a fazer um discreto "eheheh" até que cheguei a "e só não acaba sozinha a tentar descobrir-se a si própria porque graças a deus leva um tiro nos cornos." e então é que foi a desgraça! Um LOL bem sonoro que me pode causar problemas coma gerência. Mas enfim....

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  13. O que eu me ri com o final do post. Excelente Luna Maria, muito bem escrito. Parece uma boneca insuflável com a beiça pintada de vermelho. Confesso que o facto da fulana ter sempre o cabelo impecável me aborrece. É que é preciso um bom cabeleireiro pra manter a raiz tão bonitinha! Mas lá está, a roçar o cú pelas paredes, também eu.

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  14. Muito bom, Luna! Podias recuperar aquela rubrica maravilhosa que prendeu-me ao Crónicas.

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  15. Toda a razão. Acrescento: Rapariga com Brinco de Pérola - o Vermeer, que é casado, acha-lhe um piadão e ela anda a roçar com o cu pelas paredes.

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  16. Estive quase para acrescentar a rapariga do brinco de pérola, o filme mais chato de todo o sempre, mas como é mais ambíguo, o envolvimento não é concreto, e no fim ela não acaba sozinha a tentar encontrar-se, mas casa com o rapaz do talho, achei que nao se enquadrava totalmente.

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  17. É verdade, tens razão. Mas alguma vez podia deixar escapar a oportunidade de usar a expressão "roçar com o cu pelas paredes?". É boa demais...

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  18. Simplesmente a mulher não sabe fazer outro tipo de papel onde ela não seja a outra!!
    Abraço :)

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  19. Uma atriz muito versátil essa senhora, não haja duvidas!

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  20. Tenho que concordo!
    É Scarlett´s é Megan Fox´s sempre com aquela boquinha meio aberta! É que ainda por cima fazem sempre o mesmo género de papéis de boazudas que não se "encontram" nesta vida.

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  21. adorei a tua pesquisa exaustiva acerca da vida cinematográfica da senhora. Ao menos já sabemos o que é que ela vai representar no próximo filme (triângulo amoroso #5)

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  22. Este comentário foi removido pelo autor.

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  23. Curiosamente, na Rapariga com brinco de pérola, o triângulo amoroso só não é tão evidente "porque eram outros tempos" mas a boca aberta e o roçar o cu nas paredes mantém-se.

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  24. Lista completa de filmes onde participou...

    http://www.imdb.com/name/nm0424060/

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  25. Também já escrevi sobre a rapariga do brinco de pérola aqui:

    http://horas-perdidas.blogspot.com/2007/03/olha-vai-dar-rapariga-do-brinco-de.html

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  26. Eu sinceramente não posso com ela!! Irrita-me e acho que ela tem um ar de monga que não se atura, sempre com a boca aberta como se alguém lhe tivesse contado uma novidade extraordinária! Contudo, não tinha reparado que a mulher faz sempre do mesmo e na rapariga do brinco de pérola tb anda por aí...enfim, cada um é para o que nasce...

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  27. Olá
    Já tinha visto uma análise semelhante aqui:
    http://unrealitymag.com/index.php/2009/03/26/why-i%E2%80%99m-sick-of-scarlett-johansson/
    De qualquer modo, talvez possa evoluir como actriz no futuro, ou talvez não.

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  28. Oh Apophis, tinhas de me cortar o barato. De facto, é muito difícil ser-se original - mas juro que não tinha lido nada do género. :(

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  29. Também n gosto da imagem que ela passa... e dp tmb canta, era msm necessário?

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  30. Subscrevo!! Ai acordo eu a pensar que ia ser um dia normal e encontro aqui o blog a meio do dia com a constatação que ando a tentar provar à tanto tempo e os meus amigos só dizem com ar vazio depois do meu longo momento de reflexão..."mas...mamas!". Tenho a agradecer ao ultimo filme que finalmente deu fim à minha angustia e matou o raio da gaja!
    Bom fim de semana...e muito bem escrito ^^

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  31. Esqueceste-te do The Other Boleyn Girl. Anda lá a roçar o cu pelas paredes, envolve-se com homem casado (triãngulo amoroso #5) e acaba no campo a tentar descobrir-se.

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  32. Maravilhoso. Brilhante. you go girl. Escreves bem como o caraças. Invejo-te. Apetecia-me bater-te só porque sei que nunca escreverei nada assim. Caraças és mesmo boa. Chegas a irritar e por isso (quer dizer é mais por outras coisas) é que gosto tanto de ti.

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  33. Que exagero, mulher. Até porque sou mais engraçada ao vivo - faço caretas e tudo. :P (estou a brincar)
    Me likes you very much também. Beijo

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  34. Conclusão disto tudo: mulheres casadas, ponham-se a pau que a Scarlett anda aí!

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  35. No the other boleyn girl ela também é a "outra", depois é trocada pela Natalie Portman (rei esperto!). É amante do rei, roça o cu pelas paredes,tem um filho, é abandonada, fica desorientada, casa-se com um sujeito que não ama, mas precisa fazê-lo para salvar a honra.

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  36. Ahah muito bem visto. Isso acontece porque a miss Scarlett é só aparência e não tem grande conteúdo para ser uma boa actriz (por isso só lhe dão papéis desses...)

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  37. Nop, não concordo. A Penélope Cruz é boa actriz quando o papel dela é de histérica ressabiada. Se tiver de fazer de pessoa normal, já lhe foge o pé para o chinelo, a lagriminha fácil e o tremelicar de lábios mais falso da história do cinema. Et bien, chacun à son goût :)

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  38. Luna, só para relembrar: a Scarlett Johansson é boa que doi, por isso é que pode ser a amante burra indecisa, bolas.
    Vou-me, fiquei cheio de musa.

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  39. Acho que só a tolero no filme "O Encantador de Cavalos"... porque vá era uma criança... estúpida... mas mesmo assim uma criança.

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  40. É só dor de corno...

    queriam ser boas como a Scarlett, mas a vida é assim.

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  41. Sim, é isso mesmo. Ela é óptima actriz e super versátil, e consegue encarnar qualquer tipo de personagem. Aliás, se não tivesse aquelas mamas e aspecto, seria igualmente bem sucedida, tal qual como a Meryl Streep.

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  42. Yuki: acreditas que já me irritou no horse whisperer, e ainda nem a conhecia? Já nessa altura andava para lá especada, com ar de enjoada.

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  43. Excelente texto!! Eu também sou daquelas (pelos vistos com «dor de corno», como dizem por aí...) que a acha um pãozinho sem sal..!

    Para completar o «quadro», junte-se o papel de Kay em «Dália Negra», no qual mais uma vez está metida num triângulo amoroso... entre dois inspectores da LAPD, protagonizados por Josh Hartnett e Aaron Eckhart.

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  44. Dulce: não vi o Black Dahlia, pelo que não sei dizer. Nem me lembrei do Boleyn girl, que vi, e poderia ser inserido, tal como a rapariga do brinco de pérola, com algum jeitinho. Lembrei-me destes 4 de repente, mas se calhar se visse todos, talvez encontrasse mais.

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  45. Nem de propósito, vai dar o Black Dahlia na tv daqui a 20 min. Vou ver.

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  46. Subscrevo a irritação da Luna quanto à personagem da fedelha enervante no Horse Whisperer. Nem a compaixão por ser uma mutilada me fez arredar pé. E já fazia beicinho.

    Luna, só agora vi o teu comentário lá de cima. É bem possível que tenha lido essa tua observação antiga sobre a boca sempiternamente aberta, sim, já que li o teu blogue todo. E, com toda a honestidade, não consigo saber se cheguei lá sozinha ou se me limitei a absorver subconscientemente a tua verificação. A embirração (a minha), essa é de sempre.

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  47. Teresa, estava a brincar, obviamente. Embora de facto já o tenha escrito, a incapacidade de fechar a boca é uma característica que qualquer pessoa minimamente observadora consegue notar. :)

    (sim, nem ser perneta a tornou menos irritante. o filme vale pela mãe, e pelo redford)

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  48. P.S. E sim, a observação da Kiss Me é justíssima. The Other Boleyn Girl é decididamente para acrescentar à tua lista, não achas?
    Pronto, isto agora reduz-me a gaja invejosa do boa que a nossa Scarlett é (problema 1) e velha, com idade para ser mãe dela (problema 2). A blogosfera às vezes é deprimentemente previsível.

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  49. Kristin Scott-Thomas, ah! Essa sim, uma mulher linda! Luminosa.

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  50. Sim, mas raramente bem aproveitada. No paciente inglês estava soberba.

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  51. Sim... Quem me dera ser como a Scarllet...

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  52. Ahahah!

    (Não me contive. Já imaginava-me numa paisagem bucólica, com ar de sopeira - esqueceram-se desta, apesar de já referido pela Luna muitos posts atrás - aflita, desesperada com falta de ar...)

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  53. Ora aí está um filme de que não consegui gostar, que achei um tremendo hype. Mesmo estando ela soberba, concordo.
    Se a visses no teatro! Mesmerizing!

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  54. (Fechem os olhos ao meu Português! - Chibatada!)

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  55. p.s. para a conversa das invejosas, para acabar: se é boa, é. se tem boas mamas, tem, sim senhora. se é boa actriz, até agora, not really, ainda estamos para ver.

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  56. Teresa: gostei do filme, mas também não me ficou como um dos da minha vida. Mas ela estava magnífica, e é um dos poucos em que lhe exploraram a beleza e sex appeal.
    (tem aquelas belezas demasiado clássicas que raramente são postas como sexy)

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  57. Ha ha ha! Que fantástica análise cinematográfica e conexão de significados, eu gosto da loura mamalhuda., confesso, parece-me estar sempre a ronronar e parte de mim pensa como um homem e contenta-se com inutilidades como esta.

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  58. Tem tempo, filha, tem muito tempo, ainda é tão nova! Duvido que chegue lá, mas isso é outra história. Não é uma Natalie Portman.

    Katharine Hepburn, a grande, a dos quatro Oscars como actriz principal, só me convence na meia-idade, época em que se torna soberba. Era sempre igual, postiça, artificial. Como um crítico de Teatro muito bem observou depois de a ter visto numa peça na Broadway, "Miss Hepburn's range of emotions spread from A to B." :)

    Minha querida Meryl!!!

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  59. Mas lá está, não é uma Natalie Portman, que transporta elegência em tudo o que faz. Ou como outras actrizes igualmente belas, mas que ainda assim se conseguem transformar, mesmo em feias, como uma Charlize Theron (que anda desaparecida) ou uma Kate Blanchett. Pode ser-se lindíssima e ainda assim versátil e elegante, sendo capaz de mudar de registo, porque conseguem ir além da sensualidade básica. Duvido que a scarlett consiga, mas a ver vamos.

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  60. Também duvido muito, mas a ver vamos.

    O problema é que quando confrontamos a nossa Scarlettzinha com outras que aqui foram referidas, os adjectivos são diferentes.

    Ninguém se lembraria de chamar boas (sejam ou não) a mulheres como Meryl, Kristin, Cate ou Charlize, ou Julianne Moore (outra grande actriz). Porque têm qualquer coisa indefinível que as faz outra coisa: belas. A palavra é pesada, pode soar pretensiosa, mas é isso mesmo que elas são, belas. Qualquer coisa que vem de dentro, que irradia e que é intemporal. Envelhecem maravilhosamente. Também Audrey Hepburn era assim.

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  61. Sim, tens razão. É diferente ser bela, de ser boa. É a diferença entre uma Katharine ou Audrey Hepburn, Greta Garbo, Grace Kelly, Lauren Baccal, e Rita Hayworth, Veronica Lake ou Marilyn Monroe. Das primeiras espera-se que além da beleza inegável, haja um talento maior, uma elegância sempre presente. Das segundas, só que apareçam, sejam boas, e pouco mais. A Scarlett pertence ao segundo grupo, o das belezas imediatas, não clássicas, não frias, imediatamente sexuais. Ambos os tipos imortalizados, curiosamente (ironia) o primeiro mais venerado por mulheres, o segundo por homens.

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  62. P.S. Michelle Pfeiffer é outra das tais.
    Tão bela que até tendemos a não reparar na grande actriz em que se transformou.

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  63. Sim, Michelle Pfeiffer, lindíssima. Mas não boazona e super sexy, pelo que sem tanto protagonismo como outras menores, mas com lábios mais carnudos e mamas copa D.

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  64. Grace Kelly era outra, sim. A Garbo desafia definições, para mim é provavelmente a maior estrela de sempre, com um fascínio inexplicável. A imagem final do Queen Christina, ela ao leme do barco a caminho do exílio, plasma como nenhuma outra esse fascínio. Aquelas feições perfeitas, serenas, e tão distantes! Star quality, não sei explicar, mas ela era única. Tenho algures um fabuloso documentário sobre ela em VHS, narrado pela também grande Glenn Close (que nem bonita chega a ser, pelo menos nos cânones tradicionais), que acaba com esse grande plano no barco e a frase «She was the world grandest illusion.» Consegues imaginar ouvir tal coisa sobre a Scarlett daqui a 50 anos? :)

    Jessica Lange, outra bela de dentro para fora.

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  65. Correcção: «She was the world's grandest illusion

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  66. (vais-me matar por este comentário, mas cá vai):

    até que enfim Luna! já ao tempo que andavas prái com merdices e não sei quê e agora escreves um post como-deve-ser!
    grande texto!

    e eu também embirro com a scarlett, mas pronto, tenho sempre a jovem scarlett do ghost world e do horse whisperer para recordar e dou-lhe um desconto.

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  67. Grande Luna. Gostei do post e concordo na íntegra - também não gosto lá muito da senhora, só realmente acho que é dona de um físico invejável. De resto, zero. Acho no entanto que gostei ainda mais desta última troca de posts com a Teresa. Muito bom.

    Ah, vou só contribuir com mais um filme para o binómio triângulo amoroso - roçanço de cu pelas paredes: o excelente The Prestige (sou fã do Christopher Nolan, pronto). Só não me consigo lembrar se acabou sozinha a descobrir-se a si própria - foi ao ponto que a personagem dela me marcou.

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  68. "só não acaba sozinha a tentar descobrir-se a si própria porque graças a deus leva um tiro nos cornos."

    dei um grande gargalhada nesta parte.

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  69. Não era essa a minha intenção, Luna.
    Em todo o caso posso dar-te a satisfação de achar que escreves um dos blogues que mais prazer tenho em ler. :)

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  70. ahahahahahahah.
    Genial. Genial.

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  71. Pois é! Mais uma vez concordo inteiramente contigo! Tal como outros "comentadores" ainda não tinha percebido o meu desagrado em relação à rapariga. É mesmo isso! Quanto à Penélope Cruz é uma excelente actriz.

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  72. Eu diria que o W Allen/S Coppola e' que tambem nao tem muita imaginacao para variar o enredo. Ela ate faz o papel de tonta que nao sabe o que faz na vida muito bem :)

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  73. E depois arranja um homem como o Ryan Reynolds e deixa-o.
    Isto é gozar com as pessoas. :)

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  74. sou a única pessoa aqui a gostar da Scarlett? por favor não me apedrejem, eu achei piada ao texto e até me ri! mas pronto, gosto da moça, que posso fazer? Gostei imenso do Scoop e do Lost in Translation e apesar de no geral nem sequer gostar do físico típico loira-mamalhuda, acho-a querida e jeitosa e com boas curvas. não vou defender aqui que ela é uma grande e excelente actriz, não se trata disso, simplesmente simpatizo com a moça :)

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  75. Mas é boa até dizer chega!

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  76. Do triangulo para o quadrado é só mais um lado e outro ângulo...

    Não sei sé é muito boa actriz, mas que tem muito bons atributos, ninguém pode negar!

    E descupem meter a colherada nos vossos comentários :)

    PS. Não arrisco a dizer mais nada, às tantas o comentário não é publicado.

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  77. ups! Não tem moderação de comentários. É assim mesmo!

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  78. EU, sinceramente, também a acho a atirar para o fraquinho. Mas confesso que aquele ar de porquinha me levava a dar umas cambalhotas.....HAHAHAH

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  79. Genial! :) Já sou seguidora. Passa no meu
    http://fragmentosdebatom.blogspot.com/

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  80. São quase três da madrugada e escrevo do quarto de um hospital onde estou com minha bebe doente. Acabei parando aqui por indicação de uma amiga virtual africana francesa falante de português e preciso dizer que e um prazer ter parado por estas bandas. O texto e muito bom. Engraçado e critico. Eu de fato amei match point mas havia sentido a mesma 'epifania':-) com relação a moça. Aliás pensei o mesmo ontem quando via um filme com um ator que gosto muito e tem labioleporino. Eles sempre recebe o papel de alguém problemático ou perigoso ou infeliz. Essa idéia batida de usar estereótipos cansa a beleza de quem vê cinema esperando algo mais. Os atores e atrizes acabam a merce da cara que tem. Em parte porque a indústria em cinema impõe isso e também porque quase sempre julgamos a partir da aparência fisica. Sendo assim e sorte acabar morta no filme a ter de se ver escrava da própria beleza :-)

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  81. Muuito bom este post, já me ri com vontade, vi todos os filmes mencionados e nunca me lembraria de tal, mas foi brilhante a conclusão =) que ódio de estimação ãh??=)

    http://sofarisogood.blogspot.com/

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  82. Tanto tempo depois, volto aqui para deixar o link para o tal fabuloso documentário sobre a Garbo que ainda tenho em VHS, encontri-o hoje no YouTube. Apresentado por Glenn Close, outra grande actriz (e tê-la visto como Blanche Dubois em A Streetcar Named Desire foi das coisas mais empolgantes que já vi em palco).

    http://www.youtube.com/watch?v=vvv686mnPV8

    É a primeira parte, depois é só ir seguindo. Acho que vais gostar, como provavelmente muitas pessoas que comentaram aqui gostarão. Esta mulher teve uma magia única.

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