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1 de setembro de 2010
Não podia deixar de postar a fotinha da praxe com o pezinho
12 de maio de 2010
13 de abril de 2010
1 de abril de 2010
4 de outubro de 2009
O que eu gostava mesmo mesmo
Era de pôr aqui umas fotinhas do Grand Canyon ou de Yosemite. Infelizmente, não tenho nem uma para amostra.
(continuo à espera que mas passes, ex-roommate do coração)
2 de outubro de 2009
As fotografias ficariam muito mais bonitas
Maui 2008, © Sara
Adenda: já consegui, mas esta solução obriga-me a alojá-las noutra plataforma primeiro, o que dá trabalho.
1 de outubro de 2009
6 de maio de 2009
14 de julho de 2008
Yosemite

Half Dome, Vernal and Nevada falls (clicar para ver melhor)
Para quem não sabe, Yosemite é um parque natural da Califórnia, conhecido pela sua beleza rara e pela enorme diversidade em animais e plantas. É constituído por maciços de granito e quedas de agua imponentes, florestas onde crescem redwoods e sequoias, e onde se passeiam ursos, veados, mountain lions, e esquilos, muitos muitos esquilos. Felizmente, não tivemos nenhum encontro em terceiro grau com mountain lions - em parte graças a mim, que de vez em quanto batia palmas e gritava "mountain lions!" quando andávamos no meio do mato -, mas ainda vimos um urso, a uma distancia suficiente para não termos começado a gritar e a correr pela vida, e um bambi, que nos passou a menos de meio metro, enquanto nos pusemos em modo estátua para não o assustar, que aqueles cornichos peludos não deviam ser pêra doce.
Na fotografia pode ver-se a Half Dome, o pedregulho mais alto de todos, a 1444 m do vale, e as duas cascatas a que subimos, Vernal e Nevada falls, a 366 e 610 m de elevação, respectivamente. Não subimos a Half Dome, o que foi bastante sensato tendo em conta as 17 milhas (26 km) de percurso, embora os nossos amigos loucos que correm maratonas o tenham feito. Ainda nos tentaram convencer, mas não teria sido nada razoável tendo em conta que me canso só de correr um quarteirão para apanhar o eléctrico. As meninas ficaram-se pelas cataratas da imagem e 7 milhasinhas de caminho, o que a avaliar pelo estado do meu rabo, já não foi nada mau. Houve momentos em que pensei que a minha cabeça fosse explodir, devido a quantidade de sangue que a ela afluía, e que me fazia parecer um pimentão. Mas valeu a pena, e a vista la de cima foi o melhor troféu.
2 de junho de 2008
Maui reloaded
and in a very short version...
Maui é praia, sim, muito praia, mas não só, é cascatas e piscinas naturais, florestas tropicais ou de bamboo que nos encaminham por caminhos escuros e estreitos até quedas de água imponentes, é Haleakalā, a cratera do vulcão extinto, é mergulhar e ver tartarugas e peixes de todas as cores, é conhecer gente no meio do caminho e passar com ela dois dias. Maui é bom, muito bom. E isso é tudo.
6 de maio de 2008
Grand Canyon
Podia falar-vos da paisagem de cortar a respiração, da grandiosidade de tanta geologia exposta, do sentimento de pequenez que nos traz, da cagufa e do aperto no estômago durante a viagem de helicóptero no lugar do co-piloto, ou como teria fotografias perfeitamente inesquecíveis caso não me tivesse esquecido da máquina fotográfica em casa, embora me tivesse lembrado de levar o carregador de pilhas. Mas não, vou antes contar como no espaço de um mês me senti pela segunda vez no The Darjeeling Limited - a primeira vez foi quando à saída do avião em Denver ouvimos "Last call for Fort Lauderdale, doors will be closed in two minutes" e desatámos a correr como se não houvesse amanhã.
Depois de uma viagem com tempo contado até ao aeroporto de Flagstaff e de me ter enganado na saída da autoestrada, quase causando uma síncope cardíaca ao meu pai que, no seu pessimismo, nos viu a ter de ir a LA dar a volta, lá chegámos a tempo e horas ao aeroporto, entregámos o carro e dirigimo-nos para o check in aliviados. Eis que - surprise! surprise! - o voo tinha sido cancelado. A alternativa oferecida: levar-nos até Phoenix de carro e de lá apanhar o voo seguinte para São Francisco. Eram 4 da tarde, a viagem seria de 2 horas e meia, o voo às 8:10. Pareceu-nos bem. Sentámo-nos então, aguardando pacientemente pelo táxi. E o tempo foi passando: 4:00, 4:15, 4:30, 4:45, 5:00. Às 5:15 chega o táxi. Sentamo-nos. Uma tentativa, duas tentativas, três tentativas, o táxi não pega. Nesta altura já só conseguíamos rir. Saímos do táxi e esperamos pelo shuttle que supostamente estaria a chegar. Mais meia hora. Saímos, finalmente, pelas 5:45, com cerca de duas horas e meia de viagem pela frente e voo às 8:10. Chegámos a Phoenix às 7:50. Escusado será dizer que foi passar à frente de toda a gente na security "excuse me, do you mind, my flight leaves in 15 minutes", calçar-me quase em andamento e começar a correr aeroporto fora com a mala numa mão, os 2 casacos, lenço, cinto e carteira na outra, passando as passadeiras rolantes "excuse me, excuse me" e chegando à gate no very last minute, seguida pelo meu pai, coitado, que não corria assim desde sei lá quando e pela minha roommie meia descalça. A verdade é que conseguimos, como, não sei. Mais ou menos tudo o que podia ter corrido mal, correu. À excepção do enfarte ou da falha de fôlego que seria mais que previsível numa ainda, embora cada vez menos, fumadora.
Acho que o meu pai, que desde sempre me obrigou a ir para o aeroporto com 3 horas de antecedência, tão cedo desta não se esquece.
Depois de uma viagem com tempo contado até ao aeroporto de Flagstaff e de me ter enganado na saída da autoestrada, quase causando uma síncope cardíaca ao meu pai que, no seu pessimismo, nos viu a ter de ir a LA dar a volta, lá chegámos a tempo e horas ao aeroporto, entregámos o carro e dirigimo-nos para o check in aliviados. Eis que - surprise! surprise! - o voo tinha sido cancelado. A alternativa oferecida: levar-nos até Phoenix de carro e de lá apanhar o voo seguinte para São Francisco. Eram 4 da tarde, a viagem seria de 2 horas e meia, o voo às 8:10. Pareceu-nos bem. Sentámo-nos então, aguardando pacientemente pelo táxi. E o tempo foi passando: 4:00, 4:15, 4:30, 4:45, 5:00. Às 5:15 chega o táxi. Sentamo-nos. Uma tentativa, duas tentativas, três tentativas, o táxi não pega. Nesta altura já só conseguíamos rir. Saímos do táxi e esperamos pelo shuttle que supostamente estaria a chegar. Mais meia hora. Saímos, finalmente, pelas 5:45, com cerca de duas horas e meia de viagem pela frente e voo às 8:10. Chegámos a Phoenix às 7:50. Escusado será dizer que foi passar à frente de toda a gente na security "excuse me, do you mind, my flight leaves in 15 minutes", calçar-me quase em andamento e começar a correr aeroporto fora com a mala numa mão, os 2 casacos, lenço, cinto e carteira na outra, passando as passadeiras rolantes "excuse me, excuse me" e chegando à gate no very last minute, seguida pelo meu pai, coitado, que não corria assim desde sei lá quando e pela minha roommie meia descalça. A verdade é que conseguimos, como, não sei. Mais ou menos tudo o que podia ter corrido mal, correu. À excepção do enfarte ou da falha de fôlego que seria mais que previsível numa ainda, embora cada vez menos, fumadora.
Acho que o meu pai, que desde sempre me obrigou a ir para o aeroporto com 3 horas de antecedência, tão cedo desta não se esquece.
29 de abril de 2008
24 de março de 2008
21 de março de 2008
Eu sei que isto é um bocadinho à mete nojo
15 de fevereiro de 2008
12 de fevereiro de 2008
dez do dois de oitenta
Nasci em Monterey a 10 de Fevereiro de 1980, aonde só voltei 28 anos depois para passar o meu aniversário. De caminho passámos por Santa Cruz, uma desilusão, com o paredão transformado em parque de diversões decadente e magotes de gente feia a passear-se por ele. Monterey é uma pequena e simpática cidade costeira, onde se iniciou a colonização da Califórnia. É também palco de um importante festival anual de Jazz e cenário de alguns dos mais conhecidos romances de Steinbeck, como A Leste do Paraíso ou Cannery Row, homónimo da rua onde se situavam as fábricas de sardinhas enlatadas e que está hoje transformada em zona turística juntamente com Fisherman's Wharf. O aquário é a sua maior atracção, sendo considerado o melhor da Califórnia e visitámo-lo de manhã, almoçando depois num café onde encontrei este cartaz. Seguimos ao longo da costa até ao Big Sur, passando por Carmel by the sea e matando saudades e sol e mar, e daquela junção com a serra, tão típica em Portugal e que só de longe apreciamos devidamente. Foi um bom fim de semana.
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