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16 de setembro de 2011

Desculpem-me os fãs, mas vai ter de ser

Como sabem, nutro uma embirração especial pela Scarlettzinha, que não se baseia em inveja ou desdém, como se costuma assumir, mas por nela reconhecer um toque de vulgaridade barata que nunca me seduziu. De modo que não é com grande surpresa que recebo as fotos que recentemente vieram a público, com a moça desnuda, sem pingo de glamour, classe, ou gosto, sem honra nem glória, tiradas no espelho da casa de banho como qualquer bimba figurando nos tops do Hi5 porcas. 


(já se me aparecessem à frente fotos do género da Natalie Portman, era uma facada no meu peito.)

28 de fevereiro de 2011

A fashionista que não há em mim


Ao contrário do que a maioria das pessoas estaria à espera da minha parte, desta vez achei que a Scarletzinha nem estava assim tão mal. Não, não é que eu ache o vestido bonito, que não acho. Mas não consigo esquecer que no passado ela já se apresentou assim:


E "olhem, esqueci-me da parte de cima" assim:


E "vi este modelo na Dinastia e sempre quis um igual" assim:


E "OMFG!" assim:


E "vim de combinação 3 números abaixo" assim:


E "a minha mãe tem um salão de beleza e fez-me o cabelo, enquanto a esteticista Sónia Micaela que tem muito jeito me maquilhou" assim:


Por isso, não, não vou dizer mal desta vez. Pelo menos não foi com as mamas de fora.

5 de fevereiro de 2011

Black Dahlia

Ou como é possível conseguir achar sexy um homem que, no filme, sabemos que não tem os dentes da frente. De resto, ainda não percebi nada.

(mas a Scarlett entra? sim, eu sei que sim, que entra, mas, só vou a meio, e não percebi se chega a ser relevante. Se for ponho adenda.)

4 de fevereiro de 2011

Over and over again

Saberá quem me leia há já algum tempo que tenho uma embirraçãozinha com a Scarlett Johansson, por vários motivos que não vou agora enumerar, mas que vão desde o exagerado hype, a uma certa vulgaridade que encontro na sujeita - perdoem-me os fãs incondicionais das suas musas, perdão, da musa. 
Acontece que no outro dia calhou estar a dar um filme com ela na televisão, e foi aí que tive uma revelação - ia dizer epifania, mas depois lembrei-me de que está para este ano como iconoclasta estava para o início da blogosfera, e o que é demais enjoa. Mas como ia dizendo, de repente, bateu-me: a mulher representa sempre o mesmo papel. Ora vejamos: no Lost in Translation é casada com um tipo por quem não está apaixonada, tem um curso qualquer que não exerce, e anda para ali sem fazer nada, a roçar o cu pelas paredes, a suspirar de tédio, até se envolver com um homem casado (triângulo amoroso #1), com quem não fica, acabando na mesma, a tentar descobrir-se a si própria. No Vicky Cristina Barcelona vai viajar com uma amiga, tem um curso de cinema, ou lá o que é, mas não exerce, porque ainda não descobriu a sua verdadeira paixão, mete-se com um homem casado, e com a mulher dele (triângulo amoroso #2), depois decide que afinal não quer, mas também não sabe o que quer, fica na mesma, e vai viajar para se descobrir a si própria. No péssimo He's not that into you faz de aspirante a cantora, dá aulas de yoga para pagar as contas, tem um pseudo-namorado de quem não gosta, envolve-se com um homem casado (triângulo amoroso #3), anda para ali sem saber muito bem o que quer, não fica com nenhum, e vai para a Índia para tentar descobrir-se a si própria. E finalmente no Match Point tem um namorado, é aspirante a actriz mas não exerce, anda para ali sem fazer nada, até se envolver com o cunhado do namorado, que é um homem casado (triângulo amoroso #4), que não quer ficar com ela, e só não acaba sozinha a tentar descobrir-se a si própria porque graças a deus leva um tiro nos cornos.

15 de julho de 2009

Ai que linda, parece mesmo uma puta


Scarlett Johansson na nova campanha para a Mango

Pardon my french, mas foi o que me veio à cabeça quando vi esta fotografia. E achei que a minha espontaneidade mental a ilustrava na perfeição.

(acho muito giro isto da moda, e do facto das fashionistas acharem tudo o máximo - uau! - só porque é a Scarlett e uma produção de moda, um must, quando qualquer pessoa que me aparecesse assim à frente eu pensaria ter vindo directamente da conde redondo ou da rovisco pais. ou quanto muito, vá, de uma discoteca manhosa, assim tipo rasputine ou forte velho. mas aposto que ainda vai aparecer no e deus criou a mulher e tudo o que é blog. e é por isso que eu nunca vou perceber nada de moda. ou de gostos.)

4 de março de 2008

Qual das duas?



A questão pôs-se-me imediatamente. Ao saber do filme procurei logo saber quem era quem. Respirei de alívio quando descobri que Natalie representava Anne, por quem Mary, interpretada por Scarlett, é trocada. Por momentos temi o pior, mas felizmente a minha concepção estética saiu vingada. Claro que nestas questões há sempre quem prefira a cabeleireira, e embora se perdoe a fraqueza pela voluptuosidade fácil, difícil será não ser por mim considerado apenas parolo.

25 de setembro de 2007

2 de agosto de 2007

29 de maio de 2007

Nós também


Meryl Steep

Mas consideramos estar demasiado acima do plano dos comuns mortais para servir de objecto de comparação.