19 de outubro de 2009

Espelho meu


Nos dias que correm as inseguranças devem ser escondidas, como se as fraquezas humanas manchassem essa nova imagem da mulher moderna que se tanto se quer à força passar. Segura e decidida, destemida e sem complexos que lhe restrinjam a iniciativa, de auto-estima inabalável e sexualmente dominante. Não acreditem em nada do que lhes dizem. A única mulher sem inseguranças que conheço chama-se Samantha e é ficcional.

10 comentários:

  1. E mesmo essa arranja inseguranças quando se apaixona por alguém. Gostei do post, faz todo o sentido.

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  2. Não há super-mulheres, como não existem super-homens, mas a banda desenhada e a ficção têm ávidos leitores. Quem é a Samantha?

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  3. e mesmo essa tem inseguranças, principalmente quando se relaciona com alguém.
    não há ninguém que não duvide, que não receie, que não se acobarde. faz parte da naturezahumana. mas é o que nos faz superar-nos.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Não há ninguém sem inseguranças: nem mulheres nem homens. Absolutamente ninguém.

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  6. Se assim é (como foi dito nos comentários anteriores) - e eu acredito que sim- "ganha" aquela que melhor conseguir camuflar as suas inseguranças, medos e anseios.

    Eu sou incapaz de ser assim. É pena.

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  7. Todos somos inseguros. Mulheres e homens, uns mais do que outros, é claro. Faz parte da condição de ser humano.
    E normalmente são os que nos parecem mais seguros os que têm mais inseguranças.

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  8. Falando em inseguranças.

    Cara Luna:

    Rapariga A, namorada de rapaz B, manda constantemente mensagens a rapaz C, que conhece há séculos. Combina cafés e jantares. Tudo sem o rapaz B, seu namorado. Há cumplicidade, falam todos os dias. As mensagens e as conversas variam entre o querido e o querer picar o rapaz C. Vai inclusivamente viajar para fora do país com o rapaz C e outros amigos comuns sem o namorado, o rapaz B. Às tantas, depois dessa viagem, o rapaz C fica apanhado pela rapariga A. Rapaz C é INSEGURO. Rapaz C não sabe se rapariga A quer algo com ele ou não. Se simplesmente anda a imaginar coisas e a rapariga A é uma rapariga que precisa de muita atenção e amigos. Também não quer chatices com o rapaz B, amigo de outros amigos, mas isso será outra história. Ajudem o rapaz C.

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  9. Meu caro: eu sou o rapaz C, mas em gaja e sem uma história em particular no momento. Talvez não seja a melhor pessoa para ajudar. :)

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  10. Filipe e Luna,

    Desculpem a intromissão e a transformação dos comentários num fórum de discussão, o que já não é novidade.

    Faço um fluxograma textual:
    C pergunta a A se está interessa.
    Se Sim então C a A juntam-se.
    Se Não então C diz adeus a A e cumpre.

    Pode parecer crueldade mas não conheço outra opção.

    Depois logo se vê...

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