Not bad, considerando que nos EUA é possível um menor, doente ou deficiente mental serem julgados como imputáveis e serem condenados à pena de morte.
Mas na Arábia Saudita ainda se condena e executa gente por apostasia. Li ontem uma notícia que me deixou doente, um blogger que foi extraditado para lá e arrisca esta pena.
Não sei se bata palmas, se chore... para isto ser considerado um grande passo imagino a "carrada" de atrocidades deste tipo e piores se praticam por lá, ao abrigo da palavra JUSTIÇA.
o mais certo é o pode canónico sobrepor-se ao poder laico e se por um lado o Estado laico não aplica, o Estado canónico irá certamente aplicar e se não for desta maneira será uma outra qualquer maneira
A questão é a linearidade da notícia e, por isso, a sua assertividade. É mais ou menos isto – não apedrejamos mais as senhoras mas, por salubridade, continuamos a enterrar, as que ficam vivas, nas suas existências reduzidas e mínimas… talvez, creio, a discussão esteja já completamente descentrada. Não é alegria de eliminar um comportamento arcaico que deve ser notícia mas, tão-somente, a capacidade de discutir a posição da mulher na sociedade. Mas, ensina a história, ainda vai ser doloroso esse processo – e os Ocidentais que o digam…
Não será isso negligenciável, é um facto. Tanto mais que - se formos uns progressistas históricos e resignados a utopia do bem absoluto no futuro - já vemos a luz ao fundo do túnel do bem-estar social.
Mas, concordando em absoluto com as suas palavras (Luna), será que somos assim tão objectivamente sonhadores ou, por outro lado, sabemos da necessidade da recomposição social como fruto de uma reorganização não arbitraria da violência. O que quero afirmar, é a necessidade perene de iniciar a emancipação com base nas conquistas actuais. E não reduzir as mesmas ao doce epitáfio do presente.
Já não era sem tempo. Haver países onde a lapidação é legal deixa-me sem palavras. Sou contra a pena de morte mas cada vez que surgem noticias de que alguém foi condenado à morte por lapidação fico doida.
Todas as grandes caminhadas começam com um pequeno passo, não é?
ResponderEliminarNot bad, considerando que nos EUA é possível um menor, doente ou deficiente mental serem julgados como imputáveis e serem condenados à pena de morte.
ResponderEliminarMas na Arábia Saudita ainda se condena e executa gente por apostasia. Li ontem uma notícia que me deixou doente, um blogger que foi extraditado para lá e arrisca esta pena.
Não sei se bata palmas, se chore... para isto ser considerado um grande passo imagino a "carrada" de atrocidades deste tipo e piores se praticam por lá, ao abrigo da palavra JUSTIÇA.
ResponderEliminarAgora já só os podem queimar vivos? :|
ResponderEliminarNo meio de tanta notícia má, é bom tropeçar numa destas. Já era tempo. Beijinhos
ResponderEliminarsem ilusões e muito cepticismo,
ResponderEliminaro mais certo é o pode canónico sobrepor-se ao poder laico e se por um lado o Estado laico não aplica, o Estado canónico irá certamente aplicar e se não for desta maneira será uma outra qualquer maneira
A questão é a linearidade da notícia e, por isso, a sua assertividade. É mais ou menos isto – não apedrejamos mais as senhoras mas, por salubridade, continuamos a enterrar, as que ficam vivas, nas suas existências reduzidas e mínimas… talvez, creio, a discussão esteja já completamente descentrada. Não é alegria de eliminar um comportamento arcaico que deve ser notícia mas, tão-somente, a capacidade de discutir a posição da mulher na sociedade. Mas, ensina a história, ainda vai ser doloroso esse processo – e os Ocidentais que o digam…
ResponderEliminarseja como for, parece-me que proibir a barbaridade que é a lapidação é algo a celebrar.
ResponderEliminarClaro que é! A pena de morte é por si uma barbaridade, e a lapidação não tem descrição possível...
ResponderEliminarNão será isso negligenciável, é um facto.
ResponderEliminarTanto mais que - se formos uns progressistas históricos e resignados a utopia do bem absoluto no futuro - já vemos a luz ao fundo do túnel do bem-estar social.
Mas, concordando em absoluto com as suas palavras (Luna), será que somos assim tão objectivamente sonhadores ou, por outro lado, sabemos da necessidade da recomposição social como fruto de uma reorganização não arbitraria da violência.
O que quero afirmar, é a necessidade perene de iniciar a emancipação com base nas conquistas actuais. E não reduzir as mesmas ao doce epitáfio do presente.
Ainda mal acredito!
ResponderEliminarJá não era sem tempo. Haver países onde a lapidação é legal deixa-me sem palavras. Sou contra a pena de morte mas cada vez que surgem noticias de que alguém foi condenado à morte por lapidação fico doida.
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