3 de Outubro de 2011

Ironias desta vida

Ganhar-se o Nobel três dias depois de se morrer.

(Era um senhor simpático, com quem tive o prazer de conversar um bocadinho uma vez.)

9 comments:

salto para a lua disse...

vi a notícia agora no telejornal. é uma daquelas coisas que infelizmente já tinha que ser...fiquei surpreendida com a alegria e a vivaciade estampadas no rosto deste cientista. mas conhecê-lo deve ter sido um previlégio.

Johnny disse...

Foi o que pensei. Podia ter ficado por cá mais uns dias, para celebrar.

Luna disse...

Fui ver uma conferencia dele aqui no hospital há cerca de 6 meses, e era daqueles cientistas veteranos que não se importa de falar com os putos que começam a dar os primeiros passos.

Luna disse...

Eu não sabia ainda que ele tinha morrido. Estava numa conferencia hoje quando alguém anunciou que ele tinha ganho, e um dos meus orientadores comentou que ele tinha falecido na sexta, tanto que ainda nao se sabia ao certo se o comité iria manter a decisão. Ainda bem que sim, mesmo que ele nao tenha tido oportunidade de celebrar, é uma honra merecida.

stiletto disse...

É uma pena ele já não ter vivido para ver o seu trabalho reconhecido a este nível. Uma prova de que o trabalho dele foi muito importante e que pode fazer a diferença na vida da humanidade.

Luna disse...

Foi o que pensei. Que injustiça ele não ter chegado a saber.

Ska disse...

E irónico é que os prémios foram originalmente instaurados para promover cientistas promissores. E estarem a ser atribuídos a gajos que estão tão velhos que até já mortos estão.

Sem desrespeito.

Luna disse...

Ska, infelizmente, atribuídos tarde de mais. mas como sabes, por vezes, em ciencia, demora a perceber-se a importância de certas descobertas.

Ska disse...

Oh, o carago. Eu sei isso, mas acaba por ser apenas uma formalidade.

Estao com uma quantidade de backlog estupida, e tem (estou sem acentos) uma lista estupia de cenas que ainda nao foram reconhecidas.