31 de agosto de 2011

Novo vício


Muito, muito bom.

(isto e umas batatas fritas com sal e pimenta preta que custam 2 euros o pacote)

tirado daqui.

30 de agosto de 2011

Acabei de ser profundamente odiada por um grupo de pessoas que não conheço

Fui a pessoa que resolveu comprar produtos com códigos de barras não funcionais à hora de ponta do supermercado.

Fashion statement

Não consigo perceber porque é que as cientistas não são geralmente vistas como mulheres sexy e glamourosas; acabei de me cruzar com uma rapariga de meias brancas e birkenstocks no elevador.

24 de agosto de 2011

Goodbye boobies

Depois das férias na pátria, onde cerca de noventa por cento das pessoas assim que me viu me disse que estava (mais) gordinha, é oficial: tenho mesmo de perder oito quilos.

18 de agosto de 2011



Roubadíssímo ao Ska.

Prevenção

Olá minha gente, hoje vamos falar de coisas sérias. Pois é, que isto prevenir é sempre melhor que remediar. E do que falamos? Sinais. Pois bem, eu sou daquelas pessoas que tem pelo corpo uns quatrocentos sinais, sardas, e essas coisas todas que peles sensíveis ao sol e com tendência a pigmentação têm, sendo que a maioria não tem problema nenhum, mas convém ir controlando. 
Ora, há uns tempos reparei num sinal novo numa perna, e embora pequenino, era ligeiramente irregular na forma (isto é, não perfeitamente redondinho), pelo que sempre que olhava para ele pensava que assim que viesse cá de férias devia ir mostrá-lo ao meu dermatologista. Como gaja das ciências não deveria dizer que foi intuição, mas a verdade é que, de entre todos os outros quatrocentos, só aquele me parecia diferente. Depois de consulta marcada, quase me senti ridícula por ir ao dermatologista só para mostrar aquela coisinha tão pequena, tendo até sinais maiores, com medo que ele me achasse paranóica ou simplesmente estúpida. Mas hoje lá fui, e assim que o meu médico o viu disse logo que é para tirar. Não é maligno, mas é do tipo que se pode tornar, e como tal, o melhor é jogar pelo seguro.
E é por isso que aqui estou a falar disto aqui: mesmo que vos pareça excesso de zelo, parvo ou mesmo paranóico, se tiverem um sinal novo, de contorno irregular, que vos pareça esquisito, mesmo que pequenino, mesmo que pensem que se calhar é da vossa cabeça, que estão a imaginar coisas, vão ver. Não custa nada e podem prevenir um grande problema no futuro. A sério.

16 de agosto de 2011

O que já me ri com isto


Roubadíssimo à Pólo Norte.

"We live in America, not in Russia"

"Just a little bit... adding, not... times"

"Not to women!"

Disclaimer: o vídeo é uma paródia, mas mesmo assim está muito engraçado (especialmente para quem viu os da evolução).

12 de agosto de 2011

Pausa

Vou ali até à Praia Grande desintoxicar um bocado, depois volto para dizer algo de bom.

Ibiza #10

Chave de ouro: gente a aplaudir o pôr-do-sol no mar...

(hei-de cá pôr um videozinho desse lindo momento)

Ibiza #9

Algo está errado quando damos por nós a perguntar por sítios onde vá gente "normal".

Ibiza #8

Em salinas até se estava bem. Até chegarem uns autocarros com mais uns bandos de macaquinhos.

Ibiza #7

Oh, que saudade dos preservativos espalhados pelo parque de estacionamento.

Ibiza #6

Não recomendada a pessoas com menos de 70% do corpo tatuado, sob pena de se sentirem um pouco deslocadas.

Ibiza #5

Paradisíaca para quem sonha com uma praia lotada, com tecno a tocar constantemente, acompanhado de gente aos saltos a gritar, e o som de latas de cerveja a abrir por todo o lado.

Ibiza #4

Hordas de grunhos vindos de todo o lado só para conviverem entre iguais em grande desarmonia.

Ibiza #3.2

Mas, de facto, aquela multidão de gente à porta carregada com sacos de plástico com cervejas e garrafas de vinho devia dar para desconfiar.

Ibiza #3.1

Pelo menos no 2001 não há homens sem camisa.

Ibiza #3

Nunca pensei pagar 40€ sem consumo para entrar num sítio com mais mitra que o 2001.

Ibiza #2

Já estive na maior discoteca do mundo, e não gostei.

Ibiza #1

Tudo o que sempre vos disseram, mas em mau.

Em breve:

Tudo o que nunca ninguém lhe disse sobre Ibiza por pontos.

3 de agosto de 2011

As férias dos emigras

Não sei se sou a única que o sente, ou se é um sentimento partilhado por todos os que estão fora, de que as vindas de férias à pátria nem sempre têm bem sabor a férias. Isto porque, de cada vez que se vem, e independentemente do número de dias, há sempre uma série de obrigações sociais a cumprir que por vezes nos deixam muito poucos dias para fazer o que nos dá na real gana. Ele são as visitas protocolares a familiares e amigos, jantares e almoços obrigatórios, mais uns dias a tratar de burocracias ou o que quer que esteja pendente, e puf, uma pessoa até queria mesmo era chegar e pirar-se para a praia, ou passar tardes em esplanadas, e nada, qual quê. E mesmo assim é-se sempre criticada quando não se consegue ver toda a gente, porque não se ligou, ingrata que nem apareceu, egoísta de merda que decidiu ir os dois dias que sobravam para a praia em vez de visitar, esquecendo-se as pessoas de que somos apenas uma a tentar dividir-se por trinta num curto espaço de tempo, e que o telefonema pode também partir do outro lado. Por isso, e desde umas férias chatas como tudo e que pouco souberam a férias há uns anos, até porque findas as obrigações tinha todos os amigos espalhados pelo país de férias, e os que estavam por cá era porque trabalhavam, arranjando pouca companhia para a praia durante o dia, tento sempre tirar uma semana para ir para outro lado onde não haja absolutamente nenhuma obrigação que não seja ir à praia todos os dias, e eventualmente sair à noite, para que consiga ter a sensação de ter tido férias. No ano passado fui à Croácia, e amanhã felizmente vou para Ibiza, que desde que cheguei no sábado ainda não tive um dia para mim, ainda não fui à praia, ou passei a tarde numa esplanada agradável. Mesmo assim vão havendo umas críticas veladas, que nem fico cá muito tempo, grande lata, que tiro dias de férias e nem os passo todinhos cá, e uma pessoa quase fica a sentir-se culpada por querer ter umas feriazinhas descansadas a apanhar sol de papo para o ar.

Ironias do destino

Dar-se dicas de viagem e sítios favoritos a alguém por quem se teve um huge crush (não correspondido) para ir na lua-de-mel.