- Provavelmente o cheiro a sardinha não mais me abandonará até ao fim dos meus dias.
- Mesmo com a roupita mais chunga, o cheiro a sardinha, o cabelo desgrenhado e o ar mais acabado do mundo, pedem-me o número de telefone, o que me leva ao ponto número 3.
- Os homens vão baixando drasticamente os critérios de exigência à medida que vão ficando mais bêbedos, sendo que no limite possivelmente esses critérios se limitarão a ser do sexo feminino ou pelo menos parecer.
29 de junho de 2007
Festas de S. Pedro
27 de junho de 2007
Kizomba
25 de junho de 2007
Errata
24 de junho de 2007
Pensamento da tarde
É mais ou menos como andar nuns Manolo Blahnik vestida na Pinky.
*visto à saída do supermercado.
Blog com grelos

Adenda: Agradeço também à Citadina a nomeação.
22 de junho de 2007
Memorial do Convento

Sábados e Domingos às 18h no Convento de Mafra
info e reservas P.N.Mafra
tel +351 261 817 550
fax +351 261 811 947
e-mail pnmafra@ippar.pt
produção TEATRO NACIONAL D.MARIA II
em colaboração com o PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA
encenação FILOMENA OLIVEIRA
elenco CLÁUDIA FARIA . FILIPE ARAÚJO . FLÁVIO TOMÉ . JOÃO MAIS . PAULO CAMPOS DOS REIS
organica sonora:
direcção/música original DAVID MARTINS
masterização e operação som BRUNO OLIVEIRA
arranjos para piano SANDRA NUNES
arranjos para voz ANDREIA LOPES
desenho de luz CARLOS ARROJA . DAVID FLORENTINO . PAULO CUNHA
operador de luz DAVID MARTINS
guarda-roupa FLÁVIO TOMÉ
adereços JOÃO MAIS
concepção e construção da passarola FLÁVIO TOMÉ . JOÃO MOTA
direcção técnica DAVID MARTINS
criação e adaptação do espaço CARLOS ARROJA
estruturas cénicas e desenho 3D CARLOS BRUNO
cenografia e criação do espaço cénico /coordenação VITO . CARLOS ARROJA
equipa de montagem BRUNO OLIVEIRA . BRUNO RIBEIRO . CARLOS BRUNO . JOÃO MOTA . ZÉ PEDRO
Captei a tua atenção agora, hã?
De modo que a partir de agora vou passar a ignorar menores de 18 anos. Antiguidade é posto, e se quiserem, e acharem que devem, que me cumprimentem primeiro. Era o que faltava ser ignorada por pitas de 12 anos que conheço desde que nasceram.
21 de junho de 2007
7 maravilhas da blogosfera {actualizado}

Portantos, parece que tenho que nomear outros sete, tal como manda o regulamento. Como isto não é coisa para se levar assim a sério por aí além, resolvi entrar numa de jobs for the boys, people I like, de modo que, qualquer dúvida sobre a minha parcialidade, fica desde já dissipada.
And the
A pipoca mais doce
Achtung Baby
Cartas de amor e de ódio
Gostar à Bruta
O blog que não era para ter nome
Rititi
Xá de limão
Adenda: Aproveito para também agradecer à Inês,à Tita, à Lurdes e à Vanda as nomeações.
Na verdade,
20 de junho de 2007
O amigo mulher
Feio genial?

Forest Whitaker
19 de junho de 2007
Às vezes pergunto-me
* embora escolhidas com grande critério, diga-se de passagem.
18 de junho de 2007
Am I right or am I not?
*a morte de Charlie dá-se no dia anterior a Peter salvar cheerleader.
** Falamos de Heroes
17 de junho de 2007
A polícia municipal é nossa amiga
- Podemos ajudar?
- Não consigo pegar com o carro.
Param a viatura. Um deles sai. Explico a situação.
- Sabe pegar de empurrão?
- Hmmm.... não... - abano a cabecinha com ar de burrinha, com sorrisinho ingénuo.
- Importa-e que eu tente?
- À vontade, faça favor, acho que não me vai roubar o carro.
E lá entra o senhor agente, com o outro a empurrar e vai-se com o meu carrito.
Isto tudo chovendo torrencialmente. Quando já estava mais ou menos feita um pinto, o que ficou lá me disse para entrar no carro. Da polícia, very exciting. Ainda ouvi umas chamadas sobre alarmes a tocar ao lado da pizzaria da estação, enquanto imaginava que o gajo ainda ligava a sirene comigo lá dentro e lá íamos nós. Volta o outro com o meu carro, estaciona-o perto do bar onde eu ia. Ainda me avisa da luz da bateria que acende indiscriminadamente há anos. Não é fofinho?
Long live Polícia Municipal!
16 de junho de 2007
15 de junho de 2007
Infortúnios
Can't sleep
14 de junho de 2007
13 de junho de 2007
Ideias de génio para sardinhadas e afins
*mulher prevenida vale por duas.
Frase da noite
*sentados à porta de uma igreja perto das sete da manhã
Sant'António já se acabou
encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos, encontrar os amigos, perder os amigos, procurar os amigos até encontrar uns amigos, perder outros, desistir de procurar e finalmente ir para casa.
P.S. A Bica seria ainda mailinda com um bocadinho menos gente.
11 de junho de 2007
Da pouca condescendência
*a do perfil não conta, que além de mínima e desfocada não permite que ninguém me conheça.
10 de junho de 2007
Casa de bonecas

Companhia de Teatro de Sintra
17 Maio a 24 de Junho
quinta a sábado, 21.30h / domingo 16h
Casa de teatro de Sintra
Macaquinhos
9 de junho de 2007
8 de junho de 2007
Psst psst... Atention please!
Se vale a pena, se se chega a algum lado, não sabemos, mas podemos tentar em vez de ficar a olhar para o lado como se não fosse nada connosco. Porque hoje não é, mas nunca sabemos se não levamos com um camião em cima um dia destes e passa a ser.
Expressões
7 de junho de 2007
Últimas leituras
O amor nos tempos de cólera de Gabriel Garcia Marquez
O Aleph de Jorge Luís Borges
Pequenas memórias de José Saramago
Ensaio sobre a cegueira de José Saramago
O som e a fúria de William Faulkner
Petição: Lisboa feita para todos
A cidade de Lisboa é nossa, de todos. Pelo menos assim o deveria ser. Mas basta andar pelas ruas da cidade, com um olhar mais ou menos atento, para verificar que assim não é. Há pelo menos uma minoria que é excluída. Às pessoas que andam de cadeira de rodas, ou que têm a mobilidade limitada, é-lhes negado o acesso a quase tudo, desde o acesso a transportes públicos, à entrada em locais públicos e a eventos culturais, ao andar simplesmente pelas ruas da cidade, como outro qualquer cidadão pode, se assim o entender, fazer.
Nas vésperas de mais uma campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa, e em que supostamente se deverá discutir o desenvolvimento e funcionamento da nossa cidade, é fundamental reflectir sobre estas questões, e mais do que isso, delinear acções que alterem esta realidade.
É com grande indignação que se constata que muitos, possivelmente a maioria dos edifícios geridos por entidades públicas, não têm acesso a pessoas com cadeiras de rodas. Ou então têm uma rampa com uma inclinação excessiva ou precedida por uma escada. Há outras variantes, como existir acesso através de um elevador, que funciona às terças e quintas ou que está sem funcionar por períodos indeterminados. Chega-se ao cúmulo de obras recém inauguradas, como é o caso gritante do São Jorge, não terem acesso. É esta a nossa realidade.
Estas lacunas, esquecimentos, ou o que quer que se lhe queira chamar a este tipo de situações, é sintomática da total falta de respeito pela dignidade humana. Não estamos condenados a viver assim, e basta atravessar a fronteira para encontrar exemplos de cidades construídas para as pessoas, sem excluir ninguém. Não se trata assim de pedir ou mendigar atenção, mas sim exigir que se tratem todos os cidadãos de Lisboa, todas as pessoas que nela vivem ou visitam, com igualdade e respeito.
Pela dignidade e respeito por todos os cidadãos, por uma cidade de Lisboa construída para incluir todos, os abaixo-assinados exigem a adaptação de todos os locais geridos por entidades públicas tenham acesso a cadeira de rodas e a pessoas com mobilidade reduzida.
Assinar a petição aqui.6 de junho de 2007
Portugal é porreiro
5 de junho de 2007
Quem disse que os orientadores não têm sentido de humor?

Encontrado no Conta Natura
4 de junho de 2007
2 de junho de 2007
Sou uma vendida
*eu até podia fingir que não tinha reparado, mas a improvável referência apareceu-me como um blogger lifetime achievement, que a ser superada só no dia em que o Pacheco Pereira me citar a propósito de alguma dúvida existencial relacionada com a celulite e a época balnear ou outro desses assuntos importantes que atormentam as almas femininas.
Depois de uma semana sem conseguir pendurar eficazmente os reposteiros
*Na verdade eu não faço nada, fico só a olhar, mandar palpites e a dar apoio moral.
Se eu fosse
Se fosse uma hora do dia, seria ... o pôr do sol
Se fosse um astro, seria... a lua
Se fosse uma direcção, seria... a do mar
Se fosse um móvel, seria ... um sofá
Se fosse um liquido, seria... vinho
Se fosse um pecado, seria ... a preguiça
Se fosse uma pedra, seria ... pronto, e começam as perguntas difíceis...
Se fosse uma árvore, seria ... idem idem
Se fosse uma fruta, seria ... uma cereja
Se fosse uma flor, seria ... uma papoila
Se fosse um clima, seria ... quente
Se fosse um instrumento musical, seria ... saxofone
Se fosse um elemento, seria ... ar
Se fosse uma cor, seria ... azul
Se fosse um animal, seria ... um gato
Se fosse um som, seria ... mais perguntas difíceis
Se fosse música, seria ... bossa nova
Se fosse estilo musical, seria... again?
Se fosse um sentimento, seria ... só um? pleaaase que monotonia!
Se fosse um livro, seria ... um bom livro
Se fosse uma comida, seria ... italiana
Se fosse um lugar, seria ... sei lá
Se fosse um gosto, seria ... agre-e-doce?
Se fosse um cheiro, seria ... Eau d'Issey (batota, já sou!)
Se fosse uma palavra, seria ... nunca me poderia limitar a uma palavra, mas amizade é bastante boa
Se fosse um verbo, seria ... idem
Se fosse um objecto, seria ... um livro
Se fosse peça de roupa, seria ... lá lá lá que pergunta gira...
Se fosse parte do corpo, seria ... mãos
Se fosse expressão facial, seria ... sorriso
Se fosse personagem de desenho animado, seria ... Jerry
Se fosse filme, seria ... voltamos a perguntas difíceis
Se fosse forma, seria ... uma sinusoidal? (Não resisti a deixar um pouco do meu lado nerd)
Se fosse número, seria ... 3
Se fosse estação, seria ... verão
Se fosse uma frase, seria ... "people don't change, they just get older"
E não mando a ninguém que não sou assim tão sádica.








