28 de fevereiro de 2010

True Blood

Stephen Moyer

Nada a fazer, I do have a thing for bad boys. Qual Pattinson qual quê.

27 de fevereiro de 2010

Foragida


Estava para chegar o dia em que me tornasse oficialmente uma fora-da-lei. Demorou trinta anos, mas chegou. Esse dia, ou melhor, noite, foi ontem, quando fugi à polícia de bicicleta. Voltava para casa com uma amiga, que me veio visitar, depois de uma noite de copos, quando um carro da polícia abranda ao meu lado e me perguntam pelas luzes. Digo que se partiu o encaixe - o que é verdade -, enquanto faço contas de cabeça à multa, e eles dizem-me para os seguir, virando à direita uns metros à frente. E foi numa fracção de segundos que decidi virar foragida, ao vê-los parados à direita aí a uns cinquenta metros. Disse à minha amiga para seguir em frente e pedalar mais depressa, metemo-nos pela rua onde nasceu Rembrandt, fechada ao trânsito automóvel, estatelámo-nos ambas com intervalo de dois segundos na ponte levadiça que obriga a mais balanço do que tínhamos dado, levantámo-nos à pressa, atalhámos pelo parque do moinho e em menos de nada estávamos em casa a rir feitas parvas.
Agora, aqui para nós, só mesmo nestes países é que os polícias acham mesmo que as pessoas os irão seguir alegremente para ser multadas, dando-lhes a hipótese de não o fazer. Que totós.

Adenda: Às pessoas que acham isto terrível e abominável, como se tivesse sido um hit and run ou coisa do género, passo a esclarecer: no fundo eles deixaram-nos ir. Foi isso que aconteceu, fecharam os olhos. Se quisessem mesmo apanhar-nos tê-lo iam feito, ok? Era só parar o carro ali mesmo. E não tinham seguido. Só que assim a história não tinha metade da piada que na altura a ilusão da fuga teve. Obrigada por terem conseguido retirar qualquer graça à coisa e conseguirem fazer disto um "crime" gravíssimo contra a autoridade. I should've known I could count with you for that.

26 de fevereiro de 2010

Pronto, talvez assim haja gente que não fica ofendida com as minhas piadas

Roubado à Alice, que tal como outras pessoas inteligentes, como a minha querida Kitty, se soube rir sem ficar ofendida comigo

E desafio as pessoas que sabem ler a dizer-me exactamente onde é que eu desconsidero ou troço das pessoas que receberam o telefone em vez do telefone em si - que acho, de facto, piroso - e da companhia que o ofereceu. Como disse anteriormente, eu não desanquei as pessoas, desanquei a samsung e o diva. Se me apresentarem respostas devidamente documentadas com palavras da minha pessoa escritas neste blog, referindo terceiras, em vez das palavras imaginárias que eu escrevi nas vossas cabeças aquando da interpretação dos meus textos, claramente fruto de analfabetismo funcional, agradeço.

Aprendam que eu não duro sempre

Ai que canseira, que uma pessoa tem de explicar tudinho. Não é inveja, meninas, nem invejosa é o adjectivo que procuram, vamos lá tentar um raciocínio mais elaborado do que aqueles dos tempos de liceu em que chamávamos invejosas umas às outras porque não sabíamos mais palavras.

inveja
s. f.
1. Desgosto pelo bem alheio.
2. Desejo de possuir o que outro tem (acompanhado de ódio pelo possuidor).
não ter inveja a: não ser somenos; não ficar atrás de.

invejar - Conjugar
v. tr.
1. Ter inveja de.
2. Olhar com inveja.


O que se aplica aqui é despeito, D-E-S-P-E-I-T-O, embora eu entenda que não atinjam a subtileza. São coisas diferentes, sabem? E ao que eu estive aqui a brincar este tempo todo foi à (falsa) despeitada, não à invejosa. Entendido?


despeito
s. m.
1. Ressentimento por desconsideração ou ofensa leve.
a despeito de: apesar de.

despeitar - Conjugar
v. tr.
1. Causar despeito a.
v. pron.
2. Ressentir-se; melindrar-se.

Vá, comecem lá consultar o dicionário e aprendam palavras novas e seus significados, e parem de me aborrecer com a vossa falta de vocabulário.

*dedicado às pessoas que não entendem piadas nem sabem distinguir uma ironia, e que tipicamente são aquelas que acham que eu acho mesmo que se deveria comer o gato. recomendo doses massivas de monty python.

Meninas, o expositor

Compra-se aqui. Infelizmente é um site holandês, e nem sei se faz shipping internacional, mas cá está. Eu prometi que vos dizia, didn't I?

25 de fevereiro de 2010

Pronto, esta é mesmo a última, que já tenho pessoas a chamar-me invejosa, coitadas


Mais umas e tornava-me a rainha do paint.

I just can't get enough

Eu disse para não me darem ideias

São inseparáveis, revelam fontes próximas da actriz

Reacção de Luciana Abreu quando recebeu o seu Diva


Oh, uma tecla diamante! Tanto que rezei às fadinhas por este dia!

Ok, last one


Or maybe not.

Estive a estudar o blogómetro

e no ranking nacional, sou a sexta (!!!), se considerarmos apenas blogues de gajas.

Departamento de marketing de certa marca que não vamos voltar a referir sem ser a gozar: deviam fazer melhor os trabalhos de casa. Totós.

I bet you're thinking twice now, you bastards

E quem quiser ver todas as montagens bonitas que eu fiz

ponha o dedo no ar.

Please, somebody make me stop

É uma questão de gosto

And again

Outras obras-primas na minha casa

A escolha de madeira para a bancada da cozinha.

Madeira + Água = Madeira preta podre (nas zonas da torneira e escorredor de louça)

Só para reforçar a ideia

E antes que alguém me venha perguntar porque não tiro o candeeiro:

it's complicated...

Se não os podes vencer


Enquanto conversava com a Teresa sobre o facto do meu hall de entrada ser o cúmulo do kitsch, ao ponto de lhe chamar o meu hall of shame, com o candeeiro de tecto mais pavoroso da história das coisas pavorosas, dizia-lhe que após ter-me mentalizado que não havia nada a fazer relativamente ao chão de linóleo aos quadrados pretos e brancos, à parede vermelho velho de um lado e beije do outro, e, nunca é de mais referir, ao candeeiro, tinha finalmente tido uma ideia brilhante, que a Teresa adivinhou imediatamente, e que pronunciámos em simultâneo: "se não os podes vencer, junta-te a eles".
E foi assim que decidi tornar o hall definitiva e propositadamente kitsch.
Como? Assim:


Adenda: por sugestão da Teresa, que eu achei genial, por acaso ninguém tem um menino da lágrima que me queira enviar para pôr no hall também?

A pedido de várias famílias



Clicar para ampliar.

24 de fevereiro de 2010

Estão a ver como eu também consigo ter um blogue de gaja?

E quem quiser ver os restantes três quartos da colecção de brincos da menina ponha o dedo no ar.

(a seguir acho que vou começar a fotografar o armário, boa?)

*dos que estão na Holanda. ainda tenho uns quantos em Portugal.

Já agora

Salsa, se me estiveres a ouvir, eu não quero aquelas com efeito push up, está bem, que se há coisa de que não preciso é de realçar ainda mais, mas de resto qualquer modelito serve, sim?

Best b-day gift ever

O expositor, obviamente. Desejei-o desde o momento em que vi um igual em casa de uma amiga, e desde então que nunca mais me calei com isso. É que me fazia tanta falta. Aqui está só o quarto correspondente aos azuis e verdes. Isto tudo metido em caixas e caixinhas era uma confusão. E o tempo que perdia sempre à procura do par? Agora é só rodar e escolher. Love it.

Hora est

Ontem assisti à primeira defesa de tese de doutoramento aqui na Holanda. Depois do cagaço inicial, achei tudo muito engraçado, com todos os salamaleques que lhe são inerentes. Primeiro entra o público, de seguida o doutorando, acompanhado de duas pessoas, que se sentam a seu lado o tempo inteiro, e que supostamente estão lá para dar apoio, ou segurarem o candidato se desmaiar ou coisa assim. Depois, finalmente, entra o júri: 11 pessoas, que se sentam numa mesa comprida em frente ao pobre coitado que vai defender - foi aqui que me ia dando um badagaio, uma vez que também eu terei de passar por isso. Depois dos cumprimentos iniciais, começam as perguntas, e é aqui que a coisa tem a sua graça. Cada membro do júri, penso que por ordem de importância, faz as suas perguntas, a que o candidato tem de responder começando com "hooggeleerde opponent" se for Professor ou "zeer geleerde opponent"se não for - vou ter de andar a treinar isto que séculos - durante quarenta e cinco minutos certinhos. Assim, quem defende vai respondendo, e ao mesmo tempo usando de todos os truques para empatar, como repetir a pergunta antes de responder, etc., até que ao minuto 45, independentemente de quem esteja a falar, entra um tipo e diz: "hora est!", com ponto de exclamação e tudo, e acaba ali. Depois o júri sai para deliberar, e volta passados uns 5 minutos para dar o veredicto. E pronto. E depois é só festa: primeiro a recepção - tipo cocktail -, depois o jantar e por fim a festa, tudo à conta do recém Doutor. Pensando bem, o melhor é comecar já a juntar dinheiro.

Agora, do que eu gostava mesmo

Era de oferecer jeans da salsa aqui no blog.

Sinto-me discriminada


A mim não me ofereceram um samsung diva. Por isso posso dizer à vontade que o iPhone é muito mais à frente. E que este é pirosinho que só ele, cruzes, só faltava uma hello kitty estampada. Toma Samsung!

19 de fevereiro de 2010

A piada do dia


"Join me for a look at Holland's rich food history, culinary influences, daily eating habits and trends."

a sério, isto está mesmo escrito aqui.

A seguir apresentam-nos uma lista com os ícones culinários holandeses, a saber:
  1. o arenque - atenção, eu gosto muito do arenque, que gosto, mas é peixe cru com cebola picada metido num pão, não é propriamente o prato mais elaborado de sempre.
  2. os Drop - são uma espécie de rebuçados doces e salgados de alcaçuz, dos quais apenas pessoas nórdicas gostam, sendo absolutamente intragáveis para todas as pessoas do resto do mundo. da primeira vez que provei tive de ir discretamente à casa de banho cuspir. da segunda, cerca de 13 anos depois, limitei-me a tirar da boca e deitar para o caixote do lixo, que já não fazia cerimónias.
  3. chocolates Droste - ok, são bons. but then again, aqui ao lado está a Bélgica. e a Godiva, e a Neuhaus, etc.
  4. queijo Gouda - gosto muito do queijo, especialmente do velho, e costumo comprar no mercado um com 2 anos que é uma maravilha. para mim a melhor coisa que tem a holanda.
  5. pão com manteiga e pepitas de chocolate (daquelas para cobertura de bolos e brigadeiros) - no comments
  6. os mexilhões - pois, diz que também são holandeses, mas, curiosamente, na holanda, só os consegui comer nos restaurantes Belgas
  7. Pepernoten - são uns biscoitos de canela que se comem na altura do Sinterklaas. são bons e viciantes, mas, enfim, nada que umas simples areias do Gregório não ponham a um canto.
  8. Croquetes - schhhiu... eles acham mesmo que são o único país do mundo onde se comem e consideram-nos uma refeição. aliás, é só o que há na cantina além das sandes e das sopas liofilizadas, ao almoço.
  9. Salsicha fumada - enfim, infelizmente para os holandeses existe a Alemanha.
  10. Tarte de maçã holandesa - infelizmente para os holandeses, existem todos os outros países europeus onde também há maçãs
  11. Stoopwaffles - bolachas típicas, recheadas de syrup. muito boas. a seguir ao queijo, o melhorzito que por cá se faz. (estou tentada a dizer que no entanto, nada que um pastel de belém não ponha a um canto, mas também não posso dizer só mal)
  12. Panquecas holandesas - gosto muito, sim senhor. tal como gosto das panquecas e dos crepes de todos os outros países que têm crepes e panquecas.
  13. Speculaas - bolachas de canela, que se comem na altura do Sinterklaas, tal como os pepernoten.
  14. Poffertjes - mini panquecas. ainda não percebi bem para que servem.
  15. Heineken - infelizmente para os holandeses, existem 500 cervejas belgas melhores.
E pronto, aqui termina a lista de iguarias iconográficas da riquíssima gastronomia holandesa. Descobriram algum prato principal?*

Mais sobre a história e "riqueza" da cozinha holandesa aqui.

*o único prato principal holandês que conheço é o stampot e consiste em puré de batata e couve, geralmente acompanhado de carne guisada, aparentemente herança espanhola dos tempos da ocupação. ou seja, nem o único prato típico é realmente deles.

Brunch favorites


561 Valencia St
San Francisco


Onde se comem os maravilhosos Norwegian Eggs citados - variação dos Benedict com salmão fumado em vez de bacon canadiano - entre muitas outras coisas boas. A Tartine Bakery é também imperdível, com as melhores tostas de sempre. Yes, I'm obsessed with food and I'm proud of it.

Do que eu sinto falta


Das coisas de que sinto mais falta dos states, no top 3 estará certamente o sunday brunch, que não tinha obrigatoriamente de ser ao sunday, mas podia também ser ao saturday, ou whenever we felt like having brunch. Hoje acordei com imensa vontade de comer eggs benedict com salmão fumado, assim como estes.

Adenda: Alguém sabe de algum restaurante na Holanda - de preferência no triângulo Amsterdão - Haia - Roterdão - que faça brunch e em especial eggs benedict? Só conheço o Bagels and Beans, e embora goste muito dos bagels, que me lembre eggs benedict não há. :(

As pessoas na Holanda são mesmo engraçadas

"Dear all

There is still a long time to go, but time is flying and planning can be useful. "

Acabei de receber um convite para um jantar a realizar-se no dia 4 de Junho.

17 de fevereiro de 2010

Note to self


Da próxima vez que resolver inventar uma experiência para as aulas de laboratório, convém experimentar primeiro a ver se resulta. On the other hand, they got to see how real science actually works: trial and error, most of the time.

16 de fevereiro de 2010

Estou tão cansada

Isto de dar aulas é coisa para me deixar de rastos, só vos digo. Dois dias depois de ter começado as aulas de laboratório, já estou que nem posso. E olhem que só tenho quatro alunos. E do segundo ano da universidade. Acho que se fosse professora primária, ou de liceu, a ter de aturar para cima de 20 crianças todos os dias, oito horas por dia, já estava aqui toda queimadinha.

13 de fevereiro de 2010

Coisas extremamente difíceis

Heather Graham

Explicar a um amigo como é que se conhece uma amiga comum, que conhecemos porque costumávamos ambas ir a umas festas num local absolutamente glamouroso chamado Academia de Recreio Artístico, e que reconhecemos por causa do blog na casa de banho das mulheres, ali encetando conversa, continuando a parecer pessoas normais depois disso.

Os meus amigos conhecem-me melhor que os teus

Tanto, tanto, que até me compram de presente coisas que eu já comprei igual para mim.

Não há dúvidas de que uma boa maquiagem dura horas sem sair do sítio

A minha, por exemplo, continuava absolutamente impecável quando acordei esta manhã.

Os meus amigos têm mais piada que os teus

Quando me perguntaram se eu precisava de alguma coisa e eu disse a brincar que por acaso precisava de uma tábua de engomar, que ainda não tinha comprado porque ainda não tinha conseguido descobrir como a transportar até casa de bicicleta, não esperava que levassem mesmo a sério. Até que vi uma coisa do meu tamanho embrulhada para presente a entrar-me pela casa adentro.

Rescaldos de uma festa em casa


  1. Estimativas: 35 pessoas apertadinhas, 3 grades de cerveja e 10 litros de sangria. Já o meu stock de vinho beneficiou grandemente com as contribuições dos convidados.
  2. Todos os estragos que previ, não aconteceram. Possivelmente, porque os previ. Assim, sofá e cortinados brancos continuam brancos, sem enormes manchas de vinho tinto que não sairiam jamais.
  3. No entanto, o único estrago que não previ, aconteceu: toilet seat broken. Don't ask... I didn't.
  4. O que me leva a precisar muito que alguém me leve ao IKEA porque já que tenho de comprar um assento, ao menos que seja aquele que já andava a namorar há que tempos - isto soa um bocado mal para um toilet seat, I know - e que condiz com o espelho e tudo.
  5. Como boa portuguesa, comprei comida a mais. Bem que o Daniel - holandês - ficou um bocado chocado com a quantidade de coisas que me viu comprar quando me levou de carro ao supermercado para comprar bebida. Mal sabia ele que já tinha comprado outro tanto.
  6. Devo andar a comer restos durante 3 meses, e tenho stock de snacks - batata frita, tortilla chips, nuts and all - para os próximos 2 anos, no mínimo.
  7. Aquela coisa de eles só comerem pão e tostas e terem sempre as mesmas coisas nos borrels é mesmo forretice. Dêem-lhes snacks melhores e a ver se tocam nos quadrados de queijo com mostarda. Que o digam o quilo de loempias e os wraps que desapareceram em menos de nada, e as tostas e pão e meio quilo de quadrados de queijo de sobra que tinha comprado para que não se sentissem no estrangeiro - onde é que se compra as bases para tarte mesmo?
  8. E pronto, agora só tenho de pôr um lencinho na cabeça e a farda de faxineira e limpar a casa toda que está um nojo. E depois voltar a pôr a mobília no sítio.

12 de fevereiro de 2010

Coisas que me ultrapassam

Que num país rico e desenvolvido seja preciso correr a cidade inteira para encontrar coisas básicas como guardanapos de papel.

(nem falemos das coisas que não há, e que se encontram em qualquer mercearia ranhosa em Portugal, como leite condensado, bases de massa folhada ou quebrada para tartes, cebola e alho picado, ou mais de uma variedade de iogurtes de sabores)

Sim, estou um bocadinho irritada porque hoje tenho uma festa cá em casa e ando há dois dias a tentar comprar guardanapos sem sucesso, depois de já ter ido a 3 supermercados diferentes. Lá vou eu ter de ir à HEMA de propósito.

Adenda: depois de ter lançado um apelo no facebook sobre finding paper napkins, recebi a seguinte resposta de um holandês "
In Holland? Good luck :)"

11 de fevereiro de 2010

Apesar do mau feitio


Drew Barrymore

A quantidade de mensagens e desejos de feliz aniversário, feliz ano, feliz tudo, de pessoas que eu sei que genuinamente gostam de mim, leva-me a crer que nestes meus 30 anos de vida pelo menos alguma coisa devo ter andado a fazer bem. E isso conforta.

10 de fevereiro de 2010

Obrigada a todos

São uns queridos, e mesmo com o frio e a neve que cai lá fora, fazem o meu dia mais quente. E um obrigada especial ao Miguel, que resolveu presentear-me e publicar o meu "E Deus... sobre rodas" no dia de hoje. Enjoy.

9 de fevereiro de 2010

Vamos lá fingir que estamos contentes com isto

E de repente já nos trinta.

No meu tempo não era assim

Eva Herzigova e um conjunto de miúdos que ninguém sabe quem são exactamente porque são miúdos

Uma das (poucas) vantagens de se estar quase a fazer trinta anos - é amanhã, by the way - é já se poder dizer com uma certa propriedade que no nosso tempo as coisas eram diferentes, porque o nosso tempo já foi há uns 15 ou 20 anos, que é tempo suficiente para as coisas mudarem. Ora, no meu tempo havia uma espécie de hierarquia relativamente à idade, que era respeitada nem que fosse por medo de se levar nas trombas. Assim, pelos 13 ou 14 anos, não me atreveria a meter-me com os de 17 ou 18, que na minha cabeça era muito mais adultos e isso tudo, remetendo-me à minha insignificância, isto sem sequer sair da escola secundária. Da mesma forma não me passava pela cabeça tratar pessoas de trinta anos por tu, tal como ainda hoje não passa com pessoas mais velhas e que não me tenham dado intimidade para tal, e muito menos a elas me dirigir como de fôssemos colegas de carteira. É uma questão de respeito. Daí que quando miúdos com menos uns quinze anos que eu se me dirigem com a confiança de quem andou comigo na escola dê por mim a ter de controlar o meu mau feitio para não os mandar ir descobrir a sexualidade ou assim em vez de se meterem em conversas de graúdos. "Cresce e aparece" nunca me pareceu um ditado tão pertinente.

Quando voltar a respirar talvez fale disto



... ou não.

A ver.

(e não é que a Mariah até vai benzinho?)

O meu novo vício

Maria Guedes (ai que inveja daquela franja)

Quando for grande quero ser estilosa assim. Ah, é verdade, parece que afinal eu já sou grande. Next life then.

8 de fevereiro de 2010

Ainda por cima

estão menos quatro graus lá fora e eu ainda tenho de ficar à espera que o raio das partículas acabem de centrifugar, de modo que quando sair daqui ainda vei estar pior, godammit.

In denial


Não quero fazer trinta anos. Não quero ser adulta, nem madura, nem responsável. Não quero ter de pensar nos meus feitos ou na realização pessoal. Não quero ser balzaquiana. Não quero. Quero ser pequenina para sempre.

5 de fevereiro de 2010

Word cloud






Made with WordItOut

A não ser que sejam maravilhosamente fotografadas

Falo disto, por exemplo. Ou desta linda galeria denominada Wise Hands.

Bem diferente disto. Creepy.

Sem querer ferir susceptibilidades #2

Há pessoas que têm mãos bonitas. Há pessoas que não. Posto isto, ilustrar posts com as próprias mãos nem sempre é boa ideia. O mesmo vale para os pés, by the way.

*A não ser que sejam maravilhosamente fotografadas.

4 de fevereiro de 2010

Sem querer ferir susceptibilidades

Mas serei só eu a achar que agora (quase) todos os blogues de gaja são cópias descaradas do O amor é um lugar estranho? Só muda a cor do fundo, ou outras vezes nem isso. Cada vez que abro um novo, já espero sem surpresa a fotografia no cabeçalho, de preferência de uma modelo da victoria secret, mas não obrigatoriamente, repetindo-se o mesmo padrão nos posts, fotografia de gaja seguida do texto. Sem tirar nem pôr, haja falta de originalidade.

2 de fevereiro de 2010

Ou afinal não

Mas afinal qual é a história da calhandrice? Não me digam que sou a única que vem de uma terra pequena onde o termo é usado amiúde? Ao contrário de amiúde em si, que por sua vez acho que é a primeira vez que estou a usar.

(afinal não, já tinha escrito aqui uma vez, segundo o search ali em cima)

Então é assim


Brigitte Bardot (com uma camisola, quase aposto, cheiinha de borbotos)

Acabei de descobrir que tenho mais de mil subscritores no google reader. A todos, muito obrigada pela atenção. I feel flattered. Infelizmente, é tudo o que tenho a dizer por hoje.

(o melhor é pôr aqui uma fotinha duma bike para encher)

1 de fevereiro de 2010

Imperdoável


Oh Rititi, então não é que nos esquecíamos deste, de quem eu até já falei aqui e tudo, e de quem me pelo de medinho, é verdade, mas que, pronto, enfim, tu percebes. Este também não é dado a mariquices delicodoces, não senhora. Não se vê logo?