29 de outubro de 2010
28 de outubro de 2010
27 de outubro de 2010
Há coisas do caraças
Uma amiga minha está noiva de um alemão com quem tentaram (sem sucesso) fazer-me um arranjinho há uns meses.
25 de outubro de 2010
Porque é que eu gosto de ver o So you think you can dance
Estes são dos meus preferidos (e ali pelo 1'11" passa-se algo de extraordinário).
24 de outubro de 2010
Coisas que fazem bem mas sabem mal
De vez em quando dá-me para ser saudável. Complexos de culpa e tal pelas pizzas congeladas, café e coca-cola em excesso, e deixo-me levar por promessas de juventude e saúde, tudo com muita vitamina C. Foi assim que dei por mim a comprar blueberry e cranberry juice. Não há cá anti-oxidantes que nos valham. Pior, só mesmo sumo de tomate.
(gosto muito mais de sumo de uva, de preferência, já fermentado)
(gosto muito mais de sumo de uva, de preferência, já fermentado)
E às vezes irritam
As pessoas dividem-se entre as a quem os livros de auto-ajuda inspiram, e as a quem deprimem.
22 de outubro de 2010
Fair play
Nunca tive jeito para seduzir. Nem para ser seduzida, para dizer a verdade. Não tenho grande apetência nem paciência para jogos manhosos, e muito menos para andar a brincar ao gato e ao rato. Os encontros felizes que tive aconteceram naturalmente, não por esforço consciente de alguma das partes, mas por inevitabilidade, como se a certa altura não fizesse mais sentido que fosse de outra forma. As coisas são como são, e não vale a pena forçar, ou esforçarmo-nos demasiado por algo que deveria ser simples. E por isso, por defeito, não estou em jogo, nem tento manipular o resultado final. Até porque fazer batota raramente leva a algo de bom.
18 de outubro de 2010
O pedido
Em privado, olhos nos olhos. Ninguém deve sentir-se constrangido a aceitar por boa educação. Ou pior, por pena.
The dark side
O que fazer quando se está ligeiramente deprimido?
A. Ir sair com pessoas alegres e divertidas.
B. Ficar em casa a ver um filme alegre e divertido.
C. Ir sair com o amigo mais bêbedo, depressivo e inadaptado, passar a noite a ter conversas altamente deprimentes, e ter um dia de merda no dia seguinte.
16 de outubro de 2010
Vicky Christina Barcelona revisited
Revi-me em Vicky durante quase todo o filme, mas especialmente em certos momentos, como a cena do tiro. O tiro, ao contrário do que possa parecer, não aparece por acaso. O tiro é a salvação. É o destino a repor a ordem natural das coisas. É o que abruptamente a traz de volta à realidade, funcionando como pretexto, subitamente desejado, para a tirar daquele filme, a que não pertence, nem quer pertencer. Quis sim, num momento de fraqueza e delírio romântico, mas não mais. Nunca levei um tiro, mas já vi sinais semelhantes. Aqueles que nos lembram que nós não fazemos "estas coisas", porque é contra a nossa natureza, e que ousar trangredi-la em momentos de impulso dá merda. E que não há volta a dar nem vale a pena lutar contra isso. It's not meant to be. E é nessa altura que a frase "o que é que eu estou aqui a fazer" nos assalta e percebemos que há que saber aceitar que as coisas são como são e retirarmo-nos de cena. Discretamente, sem fazer barulho, para não incomodar. Até porque não temos nada a ver com isso. (publicado a 27/02/09)
Hoje, como ontem, continuo a sentir o mesmo.
Como a carne quer ao sal
Há um conto infantil, baseado no Rei Lear, e do qual me lembro mal, que isto da memória anda pelas ruas da amargura, onde um Rei pede às suas três filhas que demonstrem quanto o amam. Entre declarações extensas e elaboradas, uma delas diz apenas que o quer como a carne quer ao sal, sendo desprezada e expulsa do reino por tal declaração não parecer suficientemente digna de a quem é destinada. Volta anos depois, vingando a honra perdida e a vida injustiçada por um mal entendido, acabando tudo em bem, que isto às crianças não se pode contar a versão original. Mas isso agora não interessa nada. Interessa que nesta coisas das pessoas, do tu e eu, do amor, ou da vida em comum, a certa altura, depois das desilusões e das tentativas fracassadas, a maior declaração possível já não é mais exaltada, dramática, ou mesmo a mais apaixonada, mas a mais natural. Fazes com que pareça simples. Tão só.
15 de outubro de 2010
As piadas só têm graça uma vez
Até para a maldade é preciso inteligência. Ou torna-se apenas monótona e repetitiva. E acaba por cansar. Boring.
14 de outubro de 2010
Juntos por (mais ) uma causa
"Quem não chora, não mama." - Steve Jobs, C.E.O. da Apple, inc.
O Prezado é totó. Perdeu o iPod Touch que tanto amava. E desde aí, o desgosto assola-lhe os dias. Como já vendeu todo o conteúdo da sua casa para levar alguém a Vila Nova de Famalicão e mesmo assim ainda ficou a dever, o Prezado vai lançar a campanha Take us to iPod Touch ( eu e... o meu ouvido esquerdo e o meu ouvido direito, já são 3 ) . Pensem nisto como mecenato em favor de um artista multifacetado. É uma ferramenta de trabalho, um amigo, um estilo de vida. Toda a ajuda é preciosa. Dicas sobre como chegar lá aceitam-se : On parle français, prezadoprezado@gmail.com.
13 de outubro de 2010
É sempre tão fraquinho
Por uma vez, gostava que alguém que se propusesse a gozar comigo, o fizesse com estilo. Mas não, é uma pobreza. Tenho mesmo pena. Eu conseguiria fazer melhor. Ou dizer alguma coisa, pelo menos.
12 de outubro de 2010
10 de outubro de 2010
8 de outubro de 2010
7 de outubro de 2010
As mãos
A minha mãe, minhas tias, herdaram as mãos da minha avó. Mãos largas, fortes, dedos não muito longos. Eu saí de mãos fininhas, delicadas, dedos compridos. Desde pequena que a minha avó me agarrava as mãos com ternura e as beijava, dizendo as mãos da minha mãe, as mãos da minha mãe. Toda a gente brincava com isso, não são nada, são as dela. Até que um dia a minha avó encontrou uma fotografia da sua mãe, e lá estavam elas, as mãos, iguais às minhas. Ninguém mais gozou.
O puzzle genético
cara da minha mãe
corpo da minha tia
mãos da minha bisavó
pés e tornozelos do meu pai
ainda não percebi é de onde vem o cabelo.
corpo da minha tia
mãos da minha bisavó
pés e tornozelos do meu pai
ainda não percebi é de onde vem o cabelo.
Dúvidas
O vestido que vou levar amanhã a uma festa de casamento é escandalosamente decotado e devia dar-lhe um pontinho, ou que se lixe?
6 de outubro de 2010
"Estava calor"
Nem tudo na vida faz sentido ou tem respostas lógicas. A bem da sanidade mental, há que aceitar o absurdo.
Obrigada, Sofia
E prontinhos, temos uma leitora super rápida e prestável, que não perdendo de vista o espírito do blog - repararam nas bicicletas? -, generosamente criou o novo header. Muito agradecida.
Não estou a pedir nada
mas gostava mesmo muito de ter um header mesmo giro com 800 pixeis de largura, de preferência já com o nome e descrição incorporados e tudo.
5 de outubro de 2010
Ah, e viva a República
(não que me apeteça escrever sobre o assunto, mas porque me agrada bastante a possibilidade de escolher quem me representa e tal.)
Da coerência
Mostrar o cabelo não, que é pecado, agora levantar o vestido e ajeitar as cuecas por baixo das leggings no meio da rua já é na boa.
2 de outubro de 2010
A culpa não é minha, estava a dar
Rever o Before Sunrise é como voltar a uma inocência perdida, àquele ponto no tempo em que ainda se acreditava em encontros simples, em que a entrega ainda era fácil. Nostalgia daquela ingenuidade entretanto substituída por cinismo, saudades de algo que não se viveu. E fica sempre um sentimento de perda, um desejo quase pueril de um dia também me perder com alguém numa cidade desconhecida, só para nos encontrarmos. O melhor é ver o Before Sunset, em que já sabemos que afinal não houve final feliz, a ver se isto passa.
1 de outubro de 2010
Visitas
Há pessoas que nos entram vida adentro, quase sem nos darmos conta de como, e que de repente estão lá, sentadas no sofá, confortavelmente, de pernas estendidas sobre a mesa, como se sempre tivessem estado. Até que, desastradamente, partem um copo, e vamos a correr limpar, percebendo, nesse momento, que ainda se trata de visitas.
Bicycle film festival
7 - 10 OUTUBRO
Teatro Cinearte
Largo de Santos 2
O Bicycle Film Festival é uma celebração da bicicleta pelo cinema, artes e música.
Cinema €3,5
Passe BFF €20
Estacionamento gratuito para bicicletas
Serviço gratuito de reparação de bicicletas
Reservas e informações:
lisboa@bicyclefilmfestival.com
(351) 912 970 755
Subscrever:
Mensagens (Atom)









.jpg)



