31 de janeiro de 2006

Traduções

Querida T-shelf , como é que é possível traduzir-se junk para tralha quando o contexto frásico é:

- Porque é que esteve presa?
- Por causa da tralha...

será que me podias explicar?

in Italiano para Principiantes, para quem não acredita e quiser ver para crer.

Nota: Apesar do filme ser falado em dinamarquês a expressão usada é junk, daí eu ter percebido.

Ontem esqueci-me de referir a música

Achei especial piada à inserção de um trecho de Berimbau Consolação no meio de espanholadas.

Vamos lá pôr isto em pratos limpos IV

Sempre que escrevo alguma coisa, é logo tomada como pessoal, um acontecimento concreto situado num dado ponto do tempo, muito provavelmente no próprio dia ou no anterior ao da escrita do post. Muito do que escreve baseia-se sim em situações reais, mas nem sempre numa única, muitas vezes em várias que feito mosaico se conjugam na construção de uma ideia ao longo do tempo e que finalmente passam ao papel despoletadas por qualquer razão.
Mas sobre isto já escreveu a Vieira, num texto muito bom que vivamente recomendo.

Morro, morro de vergonha...

Pelos muros da universidade espalharam-se cartazes de recrutamento da Juventude Nacionalista. Para quem não sabe são aqueles atrasados mentais com muito orgulho em ter nascido em Portugal, ter bracinhos, perninhas, uma pila, pele branca e outras aleatoriedades genéticas. Enfim, de tudo aquilo para o qual não contribuiram absolutamente nada para obter. Que feitos próprios, só mesmo terem aprendido a ir à casa de banho sozinhos e a atar os atacadores.

Vamos lá pôr isto em pratos limpos III

Eu não acho que todos os homens sejam iguais. Como acho que as mulheres não o são. Porque somos todos pessoas e todos diferentes. Mas "à noite todos os gatos são pardos" - esta coisa dos provérbios tem que acabar que eu nem gosto nada de senso comum e empirismo - e adoptam comportamentos semelhantes.
E eu não sou um "mono". Mas não posso competir com as Monicas Belluccis da vida, e seria preciso ser muito iludida e alheada da realidade para pensar que sim. Neste momento lembro Malèna passeando pelas ruas enquanto mulherzinhas horrorosas vão dizendo entredentes com despeito: "Não percebo o que eles vêem nela"; "O meu marido diz que não lhe tocava nem com um dedo". Eu não sou assim. E não é falta de auto-estima. Só sentido da realidade e pé na terra.

Olé





É caso para dizer: o melhor bailarino do Ballet Nacional de España é uma mulher. E merece, que é fenomenal!

Conversas possíveis

...
- Porque é que eu havia de estar a dizer-te estas coisas se não sentisse de verdade?
- Porque queres desesperadamente mandar uma queca?

Vamos lá pôr isto em pratos limpos II

Meninos: eu sei que neva noutros pontos do país e do globo. Para quem não sabe até já vivi numa cidade onde nevava (mesmo em Março!). A minha euforia e aparente bimbalhice deve-se ao facto de nunca-never-mai-jamais na minha curta existência ter nevado em Lisboa.

Vamos lá pôr isto em pratos limpos

Tá resolvido querida: eu fico com um, tu ficas com outro.

29 de janeiro de 2006

Blá blá blá ou A conversa da tanga que já ouvi mil vezes

Dizem-me que sou diferente, inteligente, divertida, enfim, com montes de piada e mais elogios que possam fazer baixar as armas. E depois? Depois fazem-me aquilo que passaram toda a noite a tentar refutar, "porque que os homens não são todos iguais", e trocam-me em dois tempos por uma mais gira.

O algodão não engana

Sou das que não deixam espaço para dúvidas, sou mesmo mulher. Não sou suficientemente feminina para poder passar por travesti.

Unbelievable

Pronto, é uma nevezinha assim mixuruca (não sei se é assim que se escreve mixuruca por isso se estiver mal avisem), mas é neve. Se a árvore aqui em frente à minha janela ficar branquinha até tiro uma fotografia para mais tarde recordar.

Tá a nevar!!!

Tá a nevar! Lindo, nunca tinha visto nevar em Portugal! Que emoção caraças!

Constatação infeliz

Quando bebo demais uma de duas coisas acontece: beijo alguém ou vomito. Infelizmente vomito muito mais vezes.

Frase da semana: genial!

Uma pessoa que tenha inveja de mim não é mal-formada. Está é mal-informada.

28 de janeiro de 2006

Parabéns!


Tá tão crescida a minha menina...

Ainda bem que é só uma vez ao ano querida, que o meu fígado eu não aguento tantas festas assim!

27 de janeiro de 2006

Muita alike, a cara então...

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Congratulations, you're Elizabeth Bennet! Fiery, witty, and passionate, you always stand up for what you believe in and you love your family, no matter how embarassing they can be. You are never afraid to assert yourself or your own opinion, and you never let others dictate your actions. However, you are critical and tend to judge people too quickly, leading to unfortunate misconceptions and misunderstandings. As long as you reserve judgment, though, you can be very proud of yourself as being one of fiction's greatest heroines.


Which Character from Pride and Prejudice Are You?
brought to you by Quizilla

Nós estivemos lá

Empinoquei-me toda, sequei o cabelo que ficou num estado híbrido entre o liso e encaracolado natural, pintei os olhos, até meti base e tudo!, peguei na Maria e ala que se faz tarde até ao bairro alto.
Confirma-se, a Vieira, a Batukada e a Charlotte são as raínhas da noite. Morro de inveja da Batukada porque consegue fazer aquilo de ir abaixo e acima comá Madonna e que eu tentei uma vez sozinha no meu quarto em frente ao espelho e desisti quando fui a baixo e já não consegui vir para cima. A Miss Pearls, a MissM e eu, rapariguitas mais reservadas ficámos mais na sombra, discretamente observando tudo e todos em amena cavaqueira e uma pitada de cusquice, no bom sentido, claro, ou não seríamos nós mulheres.
Pena que os senhores cavalheiros que lá foram se tenham limitado a assistir à parte, tipo baile dos bombeiros, possivelmente imaginando quem seria cada qual mas sem nunca revelar identidades.

26 de janeiro de 2006

Economia Doméstica II

Espantadíssima com o sucesso da minha receita aqui pelo blog, decidi que passarei a partilhar os meus dotes culinários de quando em vez. Não pretendo competir com os azes da cozinha e seus blogs especializadíssimos, apenas partihar receitas fáceis e rápidas, que quem chega a casa depois das 20h30 não se pode dar ao luxo de estar 2 horas na cozinha nem tem pachorra para coisas complicadas.

Porque além de Chico existe Vinícius

Samba em Prelúdio

Eu sem você
Não tenho porquê
Porque sem você
Não sei nem chorar
Sou chama sem luz
Jardim sem luar
Luar sem amor
Amor sem se dar

Eu sem você
Sou só desamor
Um barco sem mar
Um campo sem flor
Tristeza que vai
Tristeza que vem
Sem você meu amor
Eu não sou ninguém

Ah! Que saudade
Que vontade de ver renascer nossa vida
Volta querida
Os meus braços precisam dos teus,
Teus abraços precisam dos meus
Estou tão sozinho
Tenho os olhos cansados de olhar para o além
Vem ver a vida
Sem você meu amor eu não sou ninguém

Vinícius de Moraes

25 de janeiro de 2006

Economia Doméstica

"Quem tem uma mãe tem tudo", costuma-se dizer. No meu caso "Quem não tem cão caça com gato" e o primeiro é substituído por "Quem tem uma amiga da mãe tem tudo" e cada vez que não sei o que fazer à vida com dilemas culinários é a ela que recorro.
O que fazer com uma posta de peixe cozido que sobrou? "Ó filha, uma posta de peixe dá para uma família inteira!" que é a forma de me introduzir às artes do arrozinho de peixe.
Arroz de Peixe
peixe
1 cebola
1 dente de alho
3 canecas de água de cozer o peixe (se se tiver guardado)
1 caneca de arroz
1 lata de tomate pelado aos pedaços (se não se tiver tomate a sério)
picante, sal q.b.
coentros
Faz-se um refogado com a cebola e o alho, junta-se o tomate, deixa-se apurar, junta-se o sal e o picante, o caldo do peixe e depois é como o arroz normal mas em lume baixinho para ficar malandrinho. Quando o arroz estiver quase cozido junta-se o peixe e no fim os coentros. E já tá!
E agora, gostava muito de ficar aqui a conversar mas tenho de ir para a cozinha.

The end

Afinal o Big chamava-se John.

24 de janeiro de 2006

Oh Mr. Darcy!

- Ai o Mr. Darcy com aquele ar de mau e com aquele mau feitio, assim meio arrogante, ai...
- Tipo o Professor?
- (Engulo em seco, o melhor é acabar com o assunto por aqui) Ya...

Malèna

Sempre cheguei atrasada nestas coisas das novas tecnologias, ainda ando com telemóvel de primeira geração (facto a alterar muito em breve graças à acumulação de pontos TMN e uma bateria a dar o berro), não tenho IPod nem MP3, e até muito recentemente não tinha leitor de DVD. Tudo bem que tinha no portátil, mas não é a mesma coisa. Hoje, finalmente, inscrevi-me no Videoclube Xana e aluguei o meu primeiro DVD: Malèna.



Um belíssimo filme que não se passando na Sicília poderia situar-se facilmente em qualquer aldeia portuguesa de província, onde o preconceito e má língua imperam e tornam um inferno a vida daqueles que por qualquer motivo foram privilegiados com algum dom.
Malèna foi amaldiçoada pela sua beleza, provocando o desejo nos homens e o despeito nas mulheres. E abençoada com o amor de um menino, que lhe viria a restituir a vida e a dignidade.
Muito bom.

23 de janeiro de 2006

Devem pensar que ando a dormir

54 sites link to: Crónicas das horas perdidas

Este número não se altera há meses, mesmo depois de ter reparado em simpáticos links nos últimos dias.

Conclusão:

A Technorati não sabe fazer contas!

Fazer as pazes

Caro Eskimo, com tal demonstração de fairplay não posso deixar de admitir que exagerei, sou assim, irrito-me facilmente, problemas de solteirona a precisar de uns amassos, está visto, ainda que nunca jamais em tempo algum de um menor de 20 anos de mão dada com uma trombudinha.
Amigos?

Nunca conseguirei entender certas coisas

Porque é que criancinhas que nem idade têm para votar ou perceber de política para defender alguém agitam freneticamente bandeiras e se colam com autocolantes em manifestações exageradas de entusiasmo? Não deviam ficar assim com os Pokemóns?

Percebi mal?

Ou fui só eu que reparei na gaffe de António Vitorino sobre o discurso de derrota preparado por Mário Soares há 20 anos atrás, onde me pareceu dizer que causou grande impacto ou coisa parecida (não me recordo das palavras exactas). Ora, que impacto poderá ter causado um discurso que não chegou a ser lido uma vez que saiu vencedor?

Era suposto falar de presidenciais?

Pois não me apetece.

De qualquer forma já perdi mesmo esperança de algum dia o meu blog ser considerado sério...

21 de janeiro de 2006

Nem de propósito

Queixava-me eu de há tanto tempo não ter ninguém a quem desancar por falta de comentários sufientemente idiotas ao ponto de suscitar uma réplica menos simpática, e logo o solícito Eskimo me forneceu essa magnífica oportunidade com o portentoso comentário provindo de uma aprofundada análise aos meus sentimentos mais íntimos por trás do texto As Trombudinhas:
Eskimo said...
Grande azia... a trombudinha apareceu com alguém que lhe interessava?
Absolutamente genial, nem Freud atingiria tão rapidamente a motivação inconsciente que me levou a escrever tal manifesto invejoso!
Um dos maiores problemas escolares, nos tempos que correm, prende-se com o chamado analfabetismo funcional. As pessoas aprendem a juntar letras e pronunciá-las em forma de palavras, ou seja, ler e escrever, mas não a descodificá-las no cérebro e assim entender o seu significado. O pior acontece quando tais pessoas se aventuram no terreno das razões alheias e os motivos que suscitam manifestação de opiniões, simpatias ou desamores.
Desastre total, pois não poderiam andar mais longe da verdade. Acabam por simplificar tudo ao óbvio e básico, o que é pouco apropriado à interpretação de sentimentos e reacções humanas, naturalmente mais complexas e nem sempre tão mesquinhas.
Caro Eskimo, com a sua análise espetou uma agulha com um martelo, e como tudo o que é feito sem a sensibilidade que se pede, falhou redondamente o alvo.
Não lhe passou pela cabeça que o facto de referir a idade da cuja de quem nem o nome decorei indique que se trate da namorada de alguém numa faixa etária inferior e portanto pouco provável de suscitar interesse? A referência a reuniões familiares ou de amigos de longa data também não lhe indiciou o tipo de relação existente? Não imagina portanto que o que me irrite seja a falta de educação de alguém que não foi capaz de pronunciar um olá sequer nem para cumprimentar pessoas com idade para ser suas avós e que mereceriam mais respeito, ou a total falta de reacção e inexpressividade face à proximidade do bebé mais simpático e social que conheço? Não, isto seria demais para si.
Mas agradeço-lhe, contudo, de coração, por me ter dado a oportunidade por que os meus dedos ansiavam há já vários dias: Muito, mas mesmo muito obrigada!

Se e só se

Todos os dias sou confrontada com hipóteses promissoras acompanhadas de se e só ses que rapidamente são defraudadas com o aparecimento de afinais. Porque no conhecimento e avanço científico os se e só se revelam-se fundamentais para a não aceitação de conclusões precipitadas.

As Trombudinhas

As Trombudinhas são aquela espécie de miúdas que aparece inevitavelmente a um dado ponto no tempo - ou espaço se tivermos em conta a teoria da relatividade - numa qualquer reunião familiar ou de amigos de longa data por ocasião de um aniversário ou outra celebração pela mão de um dos jovens semi-imberbes do clã.
As Trombudinhas evidenciam-se por serem perfeitamente dispensáveis apesar de infelizmente não invisíveis. Estão lá, mas é como se não estivessem, ocupam o espaço num assento, comem, bebem, estorvam, mas fora isso ninguém dá por elas tirando a tal mão que a trouxe e que não a larga por baixo da mesa. Não falam. Por um lado por não saberem falar, depois porque mesmo que soubessem não teriam nada a dizer. Mas a razão primeira é a arrogância de quem se sente a primeira-dama e ascendeu ao topo da devoção que alguma vez na vida poderá almejar.
No alto dos seus menos de 20 anos sonha com uma carreira de modelo fotográfico ou actriz dos morangos com açúcar, desconfiando já que chegará apenas a ajudante de cabeleireira ou caixa do Pingo Doce, enquanto anda às voltas com o 11º ano no recorrente que não tira por vontade própria mas por imposição de alguém que lhe diz ser importante.
Comparecem às obrigações familiares de um namoro fresco como forma de marcar terreno e não deixar fugir aquele que lhe poderá proporcionar sustento se o souber agarrar enquanto o corpo ainda lhe está firme e o palminho de cara próprio da idade e que depressa desaparecerá ainda suscita algum interesse.
Olham para os restantes membros do grupo com enfado, inclusive a família à qual anseia pertencer. Acha-se importante. Estupidamente importante, como só os estúpidos podem ser. Não faz ideia de quão insignificante é face às pessoas que a rodeiam e recebem calorosamente. Não imagina que parecerá analfabeta se tentar encetar uma conversa. Também não importa, porque nunca manterá diálogos com mais de 5 minutos.
As Trombudinhas são assim o que eu chamo "desafia estalos", porque me dão vontade de encher de estalos aquelas caras enjoadas para ver se reagem a estímulos nervosos. Uma vez por outra lá dou de caras com uma. Ignoro. Também já estou na fase de arrogância a que a maioria das pessoas só se dá ao luxo após os 50, mas que em mim se manifestou mais cedo. Não faço o mais ínfimo esforço de agradar, ser cordial ou mesmo hospitaleira com monos. Não estou para isso, dá um trabalho do caraças fingir simpatia por pessoas que não me faz diferença que existam ou não. Um bom dia ou boa noite bastam, que de qualquer forma os cérebros trombudinhos não sabem registar a diferença.

20 de janeiro de 2006

Mais um belo momento poético

Desta vez patrocinado pelo gentlemaníssimo Espumante:
Ok. Sem solfejo, sem ensaio,
Sem orquestra, sem batuta!
Com o improviso de um raio,
Te digo (com carinho) - sua puta!
Querido Espumante, é lindo! Não consigo deixar de sorrir. É que para me irritar além de ser sentido tem de estar mal escrito e cheio de erros ortográficos. Assim é uma obra artística que deve ser admirada!

Estou indecisa

Desde que retirei os comentários anónimos nunca mais recebi aquelas mensagens simpáticas de pessoas a insultar-me e chamarem-me de puta, o que é uma grande chatice porque também nunca mais tive a oportunidade de me irritar solenemente e dar uma rabecada daquelas em grande e das quais tenho saudades. É que às vezes, assim só para me divertir, até achava piada deixar qualquer atrasadito mental feito formiguinha esmagada entre alcatrão e michelin. Assim, só para desanuviar, que há quem pense que me estou a tornar frouxa.

19 de janeiro de 2006

Vou ser uma hiper-mega-nanocroma 427

O meu coração rejubila de felicidade após ter ouvido as palavras "Acho que isto deve dar para um paperzinho" sobre o mini-projecto a desenvolver em nanotecnologias. É que o dito artigo, se saír, é o meu passaporte directo para um doutoramento!

Viva os saldos II

É um momento realmente feliz quando chegamos à caixa para pagar uma peça em saldos com um preço marcado de 19,90€ e descobrir que afinal já só custa 5,90€! Maravilhoso!

Afinal afinal vou ser musa inspiradora

Trocaram-me as voltas. Tinham dito que iam filmar de manhãzinha e eu acreditei e não pus lá os pés. Estava descansadinha depois de almoço ao computador, de óculos escuros na cabeça e sem bata, a compilar resultados para mostrar ao meu Prof quando aparecem os gajos de câmara em punho. Agora sou uma estrela do filme que irá passar nas escolas secundárias para ajudar os alunos indecisos a escolher uma gloriosa e fulgurante carreira na ciência. Ainda tive de mostrar uma fotografia de um gel, de modo que serei a responsável pela primeira imagem de um gel de electroforese que os putos irão ver. Felizmente mostrei o melhor de todos, um gel lindíssimo com as bandas direitinhas que até dava gosto ver.

18 de janeiro de 2006

Ai que este é mesmo imperdível!!!

Falar de Blogues 2006

Organização: José Carlos Abrantes e Almedina

Falar de Blogues: Feminino/Masculino3 de Março, 19:00 horas

A Origem das Espécies, Francisco José Viegas
Controversa Maresia, Sofia Vieira
Geração Rasca, André Carvalho
Rititi, Rita Barata Silvério

E nasce uma estrela

Parece que amanhã vão lá ao lab filmar... Lá vou ter de fingir que estou a trabalhar muito que nunca se sabe quem vai ver aquilo!

O que seria da minha vida de stripper se não tivesse feito este teste?

Your Stipper Song Is

She Wants to Move by N.E.R.D.

"Her off beat dance makes me fantasize
(Her curves) She's sexy!!"

You are 100% sex appeal. As simple as that.


Às vezes

tenho vontade de gritar aos quatro ventos que tenho um blog, que é como quem diz dizê-lo a quem me conhece pessoalmente mas não muito intimamente. Por sorte sempre me coibi de o fazer "Vá, controla-te: caladita, sogadita no teu canto...". Não quero sentir-me constrangida por falar de certos quês.

17 de janeiro de 2006

Trabalha escrava!

Será que devo considerar a frase "Você quer acabar o mestrado antes de 2015?" como um ligeiríssimo pressing?

Comé que vives a tua vidinha meu?

How You Life Your Life

You seem to be straight forward, but you keep a lot inside.
You say whatever is on your mind. Other people's reactions don't phase you.
Your friends tend to be a as quirky as you are - which is saying a lot!
You tend to dream big, but you worry that your dreams aren't attainable.

15 de janeiro de 2006

You've got mail

Escreves a contar-me da tua vida. Bem sei que não contas tudo mas é melhor assim. Escreves-me com carinho dizendo que aquele foi o melhor ano da tua vida. Aquele que ficou a pairar num limbo de memórias e sonhos de amores impossíveis. Pedes que não me zangue contigo por não escreveres mais vezes. Eu respondo que não, que nunca poderei zangar-me contigo. Talvez porque nunca mais te irei ver, mas essa parte não digo. Não digo e maldigo os olhos azuis que ainda me aparecem e não consigo esquecer.

Para esclarecer umas coisas

Cada vez que leio blogues de direita falando sobre a esquerda, noto sempre um certo gozo implícito enquanto a acusam de se considerar moralmente superior. A verdade é que é. Ou será tão difícil a alguém de direita admitir que os ideais utópicos de esquerda são bonitos e que o mundo seria muito mais justo se fosse possível aplicá-los?
Infelizmente, o que as pessoas de direita sabem, é que não é. Porque a natureza humana é por si egoísta e Che Guevara só existiu um. Os ideais utópicos de esquerda seriam possíveis se em cada ser humano existisse um Cunhal, um Ghandi. Mas não, em cada um de nós existe o desejo de uma casa com piscina, conforto, qualidade de vida. É a nossa natureza imperfeita. E as pessoas de direita conhecem essa natureza e constroem os seus modelos de sociedade com base nessas mesmas imperfeições.
Eu sou de esquerda. Apesar de saber que as ideias que defendo dificilmente poderão ser implementadas na sociedade real sem recorrer à força, e acredito que o socialismo deverá ser sempre uma opção e nunca uma imposição. E como 99% da população não estará disposta a abdicar duma parte do que é seu em favor de outrem, as ideias que defendo não passam de sonhos. Porque as defendo? Porque sou uma idealista teórica. E porque no dia que deixar de acreditar nelas me terei tornado uma pessoa pior.

Beleza Interior

Se o meu fígado não é lá grande coisa, pelo menos os rins trabalham que é uma maravilha. Às vezes até tenho medo que pensem que ando a dar na branca forte e feio pela quantidade de vezes que vou à casa de banho após 2 imperiais.

2001 Odisseia no passado

Hoje lá fui parar ao 2001 outra vez. Cheguei à conclusão que só é tolerável à taxa de alcoolémia máxima, quando já não consigo reparar que a maioria das pessoas não tem dentes da frente.
Em versão sóbria é absolutamente insuportável.

14 de janeiro de 2006

Porquê Chico outra vez?

Os poemas de Chico Buarque tocam-me especialmente, arrepiam-me a alma e fazem-me chorar sem saber porquê.

Teresinha

O primeiro me chegou
Como quem vem do florista
Trouxe um bicho de pelúcia
Trouxe um broche de ametista
Me contou suas viagens
E as vantagens que ele tinha
Me mostrou o seu relógio
Me chamava de rainha
Me encontrou tão desarmada
Que tocou meu coração
Mas não me negava nada
E, assustada, eu disse não

O segundo me chegou
Como quem chega do bar
Trouxe um litro de aguardente
Tão amarga de tragar
Indagou o meu passado
E cheirou minha comida
Vasculhou minha gaveta
Me chamava de perdida
Me encontrou tão desarmada
Que arranhou meu coração
Mas não me entregava nada
E, assustada, eu disse não

O terceiro me chegou
Como quem chega do nada
Ele não me trouxe nada
Também nada perguntou
Mal sei como ele se chama
Mas entendo o que ele quer
Se deitou na minha cama
E me chama de mulher
Foi chegando sorrateiro
E antes que eu dissesse não
Se instalou feito um posseiro
Dentro do meu coração

de Chico Buarque

13 de janeiro de 2006

Preocupação

No último encontro recreativo com a malta dos laboratórios que visava o convívio mas que no fundo serviu só para encher o bandulho o mais rápido possível e fugir dali para fora quanto antes o meu Professor manifestou o desejo de beber qualquer coisa não alcoólica. Respondi-lhe prontamente "Não se preocupe Professor, já se acabou tudo mesmo!", ao que me respondeu "Claro, com a Luna Maria aí mesmo ao lado do carrinho... ". Não contente continuou "Depois vem-me dizer que não acerta nos resultados, que a culpa é do método...".
Fiquei preocupada. Será que anda a ler o meu blog?

LOL

"beijinhos uma ova, minha grande vaca..."

Mais um ódio de estimação

Venho por este meio expôr um problema que se tem vindo a agravar nos últimos tempos devido às viagens diárias para Lisboa pela IC19. Para além de não conseguir entender como é possível que haja hora de ponta às 11.30 am e às 4.30 pm - ou melhor, consigo: em Portugal ninguém trabalha e quem trabalha chega tarde e sai cedo - começo a desenvolver um ódio crescente pelas pessoas que têm acidentes na IC19 provocando horas de ponta quando não são horas de ponta.
E porque é que as odeio? Porque são umas idiotas que me atrasam a vida e me fazem perder um tempo precioso que poderia ser usado para fazer algo mais produtivo que fumar cigarros entre Queluz e o Cacém.
Ora, estas cavalgaduras que se dão pelo nome de senhores automobilistas esborracham-se nas traseiras uns dos outros que nem tortos porquê? Primeiro porque são profundos idiotas - eu sei, já me estou a repetir - e depois porque apesar de fazerem a IC19 todos os diazinhos da sua vida idiota - desculpem, não resisto - ainda não conseguiram perceber que mesmo que num momento se possa andar a 100 km/h, - eu digo 100 mas para as bestas serão uns 160 - no momento seguinte, sem razão nenhuma aparente, se passa a fila parada. Assim, sem mais nem menos.
E o que acontece quando se vai a 160 varrendo as três faixas de rodagem porque é muito monótono ir só numa e de repente se tem de travar repentinamente, perguntam-me os estimados leitores? Pois esborracha-se contra o carro da frente e possivelmente morre-se e ainda se estraga o dia àqueles que pensando "É na boa, ainda não é hora de ponta" se fazem à estrada com confiança, além de toda a sua família claro.
E por isso odeio as pessoas que provocam acidentes na IC19 e todas as estradas do país, mesmo as que morrem, por inconsciência e irresponsabilidade. Só em Portugal, onde todos os condutores são os melhores condutores do mundo, se põe a culpa da alta sinistralidade nas estradas no mau estado das mesmas.
Morre gente no IP5: a culpa é da estrada; morre gente na A2: a culpa é da estrada; e por aí adiante. Nunca passa pela cabeça dos senhores automobilistas melhores-condutores-do-mundo-que-só-não-são-pilotos-profissionais-de-fómula-1-porque-são uns-tesos que talvez a culpa da maior taxa de mortalidade na Europa não se deva ao mau estado das estradas mas ao facto de se conduzir nelas como se fossem boas, e que, possivelmente, se é perigoso ultrapassar no IP5 se calhar o melhor é aguentar mais 5 segundos atrás da anormal-que-só-podia-ser-gaja-que-vai-à-velocidade-máxima-permitida-pela-lei-a-cabrona sem ir colado à sua traseira para a intimidar até que se reunam as condições para ultrapassar em segurança.
E já agora tenham cuidado na IC19 e não me estraguem o dia se faz favor!

Momento intelectual I

Alguém me sabe explicar o que acontece à Mango durante os saldos? Será que acham que não reparamos que as peças medonhas que lá expõem na esperança de que alguém as leve não são da estação passada mas no mínimo de há 10 anos atrás e que só mesmo uma ceguinha ou apaixonada pelo estilo retro-horroroso lhes vai pegar?

Viva os saldos

Nada como comprar 2 ou 3 trapinhos dos quais não precisamos absolutamente nada para nos sentirmos como novas!

12 de janeiro de 2006


25 000!

Objecto de desejo



Alguém me arranja uns 300?

"Parece mentira mas é verdade" ou "Ó que pena, não podemos trabalhar"

É muito mau sinal quando num laboratório de biologia molecular se esgotam os eppendorfs.

Consulta de Rotina e a visualização de funções lineares

Na minha última consulta médica de rotina, após o desabafo "Tou muito mais gorda" recebi como resposta "Foram só 2 kg desde a última vez". Arrisquei-me a perguntar "E desde a primeira?". E foi assim que descobri que engordei 7 kg desde os 18 anos, ou seja, em 7 anos. A uma taxa de 1 kg/ano portanto. Não é difícil imaginar como serei aos 40!

9 de janeiro de 2006

Notícia de última hora:

Jantei!!!

Mais um Award

Queria desde já agradecer ao Roque pela honra!

Ó faxavor

Sai um Chico fresquinho para a mesa do canto.

O meu amor

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai

Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

de Chico Buarque na Ópera do Malandro

8 de janeiro de 2006

Live dangerously

Arrisco-me a beber mais um chazinho?

Ai quem me dera

não ser tão sensivelzinha!

E quando se pensa que é impossível descer mais baixo...

Vomita-se no banho.

...

- É feio gozar com uma pessoa doente...
- Ressaca não é doença!
- É sim, quando não se consegue mexer a cabeça...

Opá!!!!

A minha amiga não pára de gozar comigo e manda-me fotografias dele pelo messenger!

No messenger com a amiga do telefone

- A Luna anda com um jogador da bola! ahahaha

No messenger com uma amiga

Sobre o jogador da bola:

- Devias ter aceite o convite para almoçar. O que é que ele faz agora?
- Sei lá, eu nem sabia o que é que ele fazia antes...

Ao que parece

fiquei muito amiga de um jogador da bola...
Os meus amigos disseram-me que era jogador da bola e confirmei a amizade quando ele me telefonou esta manhã... certifiquei-me das informações com uma breve pesquisa no google!

No 2001...

Queremos Jamiroquai!

Sem me conseguir levantar da cama

ao telefone com uma amiga:

- Eu bebi o quê, vinho, dois whiskies...
- Dois whiskies? Tu bebeste litros de whiskies...
- Mas foi só em dois copos, conta como dois...

Depois da noite de ontem a constatação

Quando bebo devia ser enjaulada!

7 de janeiro de 2006

Reflexão

Sábado é um mau dia para fazer anos de blog. Anda tudo demasiado ocupado a viver...

Porque é que Portugal não anda para a frente ®


Nuno Graciano

® Direitos gentilmente cedidos pela Papoila.

Parabéns a mim!


Passadas muitas luas e muitas fases, umas cheias outras escuras, eis que o blog deu uma volta ao sol e completou um aninho de idade.

Durante todo este tempo, aquilo que começou por uma brincadeirinha sem quaisquer pretensões para passar o tempo passou a ser um dos meus maiores vícios e forma de comunicação por excelência, bem como veículo para a construção de amizades virtuais que nem por isso se deixam de sentir reais.

Assim, passado um ano e quase vinte e cinco mil visitas depois, chego à conclusão que contra as minhas expectativas e manifesto espanto, há quem ache alguma piada ao que vou dizendo e aqui entre para me escutar - sim, que tive de abandonar a minha primeira teoria de ser a principal contribuinte para o aumento do número de visitas ao constatar que mesmo com esforço não tinha tempo nem paciência de me visitar vinte e cinco mil vezes! - e desse modo levar um pouquinho de mim.

E aqui vai um brinde: A nós, aos que gostam de nós, e o resto que se f..Piiii!

6 de janeiro de 2006

O meu lado feminista-queima-soutiens

Cada vez que paro no semáforo antes de entrar na 5 de Outubro, a minha visão esbarra com um anúncio ao Porta da Ravessa em bada desenhada, onde figura uma loura que poderia ter saído de uma capa de livro da Margarida Rebelo Pinto e um gentil cavalheiro que lhe faz um brinde. O texto, saído da boneca com ar embevecido e no auge da sua vida é o seguinte:
E no fim ele brindou...
- Sem ti não teria conseguido.
O que eu queria dizer aos senhores publicitários certamente geniais é que este tipo de clichés já enjoam e não seria má ideia a possibilidade - embora seja remotíssima na realidade! - que o momento mais importante da vida de uma mulher, ainda que seja loira, não tenha obrigatoriamente que ver com o sucesso do seu marido, namorado, companheiro, enfim, do macho dominante mais próximo. Nessas cabecinhas tão prendadas nunca passou a ideia de uma mulher ter sucesso por ela própria e brindar a isso sem ter de ser apenas a sombra do marido?
Até porque a frase é terrível, será que a loira é tão estúpida que acredite que ele sem ela não teria conseguido? A não ser que se trate de um filho, e mesmo assim se não fosse com ela seria com outra loira qualquer. Ou mesmo morena, ohhh, horror dos horrores.
Não que ache que não nos devamos alegrar com os sucessos dos nossos homens, acho que sim e brindemos alegremente a isso, mas que tal um pouco de originalidade nos cartazes e quem sabe mesmo arriscarem-se a algo arrojado: trocar os papéis e ser a mulher a brindar ao seu sucesso com o seu gajo em papel secundário?

Re-post: Após 3 meses

... a fazer investigação (isto assim soa bem, não soa?), a minha opinião sobre a reprodutibilidade de resultados:
(Já não tem assim tanta piada)

Talvez amanhã

Tenho um texto na minha cabeça há semanas, do qual me lembro cada vez que passo por certo outdoor que me irrita especialmente. Mas só me lembro enquanto estou parada no semáforo da 5 de Outubro e não dá lá muito jeito.

Corram, é já dia 7

Que esta espelunca faz 1 ano!

Sinto-me uma decepção

Tanto tempo à espera de uma concessão e respectivo nadador salvador e acabou-se-me a época balnear...
Mas tal como os amores de verão também a inspiração é passageira.

5 de janeiro de 2006

O que tenho em comum com a Voz do Deserto?

Aparentemente nada. Mas buscando bem encontra-se sempre qualquer coisita. Ando sempre muito bem informada sobre os concertos de punk rock no concelho de Sintra. Ora no sábado, no Algueirão temos o festival Punkomchouriço onde actuam várias bandas da especialidade. Como é que eu sei? Nunca tive coragem de dizer ao amigo que religiosamente me manda mensagens a divulgar todos os eventos que não gosto particularmente de punk rock.

Teve quase

Entrei com intenção de postar, mas postar a sério, escrever qualquer coisa sobre um assunto qualquer em mais de 50 palavras mas desisti. A escrita e a digestão são incompatíveis. Preciso de um sofá.

3 de janeiro de 2006

Back to life, back to reality

Que é como quem diz ao trabalhinho e por isso acabaram-se os postanços várias vezes ao dia!

2 de janeiro de 2006

Eu?

O meu pai diz que sou uma ditadora. Não consigo perceber porquê...

A dieta de 2006

Decidi pela primeira vez na vida fazer dieta. Fartei-me de comprar legumes e comida saudável para desintoxicar das festas, bem, e de todo o ano. Já avisei o meu pai, vamo-nos tornar vegetarianos. E que aproveite para comer bem ao almoço.

Mimosa Cálcio

Agora estão na moda os probióticos, ele é o Actimel com o Lactobacillus casei que não passa duma bactéria que parece fortalecer o sistema imunitário, os Danacóis, Benecóis, os ProActiv, os da tensão, os leites especiais crescimento, cálcio, menopausa e osteoporose, fibras e outros que tais, e eu no meio do supermercado e só queria mesmo era conseguir encontrar uma porra dum leite meio-gordo normal!

Momentos dah

Depois de ainda só ter dito 428 vezes que meço 1,56m a primeira observação de quem finalmente me conhece pessoalmente é: "Ahh, afinal és mesmo pequenina!"
Não, estavam à espera do quê? Que afinal medisse 1,70m e dissesse que era pequena para me sobrevalorizar?

1 de janeiro de 2006

Eu sei que é Natal até dia 6

Mas fartei-me dos ursos.

Frase da noite

É ele e o Sporting. *

* Uma peixeira da Nazaré referindo-se a Mário Soares de quem sempre gostou muito.

Já vos disse que estou a morrer?

E muito mal disposta ainda por cima.

Sim, o príncipe estava lá

Infelizmente estava menos com os copos que eu e portanto era dos que fugiam assim que eu começava a falar.

Tentei confraternizar

Mas quando estou com os copos não me calo e as pessoas fugiam de mim. As que não fugiam era mau sinal e era eu que fugia delas.

Miminhos

Chegar a casa à uma da tarde e encontrar o pijaminha enrolado num saco de água quente à espera na minha cama.

Nem vale a pena dizer

Que estou a morrer, vale?